Política

6 de setembro de 2018 17:34

Polícia Federal instaura inquérito para apurar ataque contra Bolsonaro

Antes de ser retirado do local, o suspeito chegou a apanhar de pessoas que acompanhavam o evento

↑ Adélio Bispo de Oliveira (Foto: Divulgação / Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM)

A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito para apurar o ataque contra o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, atacado durante um ato de campanha, na tarde desta quinta-feira (6), em Juiz de Fora (MG).

Em nota, a PF confirmou que o homem suspeito de ter esfaqueado o candidato foi detido por populares e seguranças e conduzido por policiais federais para a Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora (MG), onde está prestando depoimento. Antes de ser retirado do local, o suspeito chegou a apanhar de pessoas que acompanhavam o evento.

Bolsonaro era carregado por populares quando foi atingido por um objeto perfurante. Além de seguranças particulares, o candidato era escoltado por policiais federais que o levaram para o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora.

Ato de campanha de Bolsonaro em MG é interrompido; PM diz que candidato foi esfaqueado

Temer: atentado contra Bolsonaro é exemplo de intolerância em campanha

O presidente Michel Temer se manifestou a respeito do atentado contra o candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, que levou uma facada na tarde desta quinta-feira (6), durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Para Temer, o episódio serve de exemplo para aqueles que pregam a intolerância em suas campanhas.

“Se Deus quiser, o candidato Bolsonaro passará bem. Tenho certeza que não haverá nada mais grave, esperamos. Mas que sirva de exemplo para que as pessoas que hoje estão fazendo campanha percebam que a tolerância é uma derivação da própria democracia”, disse Temer em evento realizado na tarde de hoje (6), no Palácio do Planalto.

O presidente disse ainda que entrou em contato com a assessoria do candidato e confirmou que a Polícia Federal está investigando o caso. Ele comentou ainda ser “intolerável que não haja possibilidade de uma campanha tranquila” no Brasil.

“É intolerável que não haja possibilidade de uma campanha tranquila. E uma campanha que umas pessoas apresentem seus projetos. Votar em candidato é coisa de cultura atrasada, você tem que votar em projetos. E para votar em projeto, o candidato precisa circular pelo país”.

Fonte: Agência Brasil

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