Política

Paulo Dantas diz que Baixinho Boiadeiro age como 'criminoso contumaz'

Paulo é filho do deputado Luiz Dantas e casado com Marina Dantas, prefeita de Batalha

Por Assessoria 05/03/2018 20h45
Paulo Dantas diz que Baixinho Boiadeiro age como 'criminoso contumaz'
Reprodução - Foto: Assessoria
O ex-prefeito de Batalha, Paulo Dantas, resolveu reagir ao conteúdo de uma gravação efetuada por José Márcio Cavalcanti, o Baixinho Boiadeiro, apontado pela polícia como autor da morte do vereador Tony Pretinho, de Batalha. “É uma absoluta inversão de valores”, disse, indignado. “Ele assaca mentiras e tenta mudar os papéis, coisa de quem é contumaz na prática criminosa. Ele é o fora da lei, que possui um passado a ser investigado”, completou. Paulo é filho do deputado Luiz Dantas e casado com Marina Dantas, prefeita de Batalha. “Nós possuímos histórias de vida, somos de paz e queremos tudo elucidado”. Os Dantas estão acionando o Baixinho Boiadeiro na Justiça. “Enquanto vivemos sob ameaça, um foragido tenta mudar os fatos”, numa agressão à inteligência das autoridades. Paulo entende a prisão de Baixinho Boiadeiro como algo que certamente contribuirá para a polícia esclarecer outros fatos delituosos. “Não é à toa que um delegado disse à imprensa que o Baixinho vai continuar matando, caso não seja colocado na cadeia”. Ele citou a acusação de suposta existência de “laranjas” no gabinete parlamentar de seu pai. “Nada do que foi dito se sustenta. “As pessoas que trabalharam com meu pai são de bem e respeitadas pela profissão que exercem. Elas estão revoltadas e o desenrolar dos acontecimentos vai desmascarar a farsa contida na gravação”. Paulo Dantas concluiu deixando um desafio público. “O esclarecimento de tudo pode começar pelo exame da trajetória de todos nós. Eu, minha esposa e meu pai não respondemos a nenhum processo por delito de homicídio e tentativa de assassinato, como ocorreu com José Emílio.Muito menos nenhuma condenação no campo penal, o que já não se pode dizer da outra parte”. Dantas reitera a confiança que deposita na polícia e na Justiça de Alagoas. “Queremos tudo esclarecido e que os verdadeiros culpados paguem na forma da lei”.