Política

10 de novembro de 2017 09:36

Greve geral dos servidores públicos acontece nesta sexta-feira

Em Maceió, a manifestação inicia a partir das 8h devem realizar caminhadas pelo Centro da capital alagoana

Mais uma “greve geral” dos servidores públicos está marcada para esta sexta-feira (10). A paralisação ocorre em nível nacional.

Em Maceió, a manifestação inicia a partir das 8h devem realizar caminhadas pelo Centro da capital alagoana.

Dos sindicatos ouvidos pela reportagem da Tribuna Independente, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro) definiu que vai participar ativamente dos protestos contra os atos do governo Michel Temer (PMDB), no entanto o transporte coletivo não vai parar.

“Os ônibus em Maceió não vão parar. Funcionam normalmente”, reforçou a assessoria de comunicação da entidade.

O objetivo das manifestações é protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, além de projetos de lei como a Medida Provisória 805/2017, que adia o reajuste salarial dos servidores públicos federais, aumenta a contribuição junto à previdência e reduz ajuda de custo e auxílio-moradia.

Nas outras duas datas de “greve geral”, os movimentos de trabalhadores rurais sem terra também participaram dos protestos. A assessoria do MST confirmou que já está definida sua participação em atividades nas cidades de Maceió e Arapiraca.

LETARGIA

Para Consuelo Correia, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), a mobilização de sexta-feira deve ser abaixo da expectativa. Segundo ela, há um comportamento de letargia, não só na base do Sinteal, mas entre os trabalhadores como um todo.

“Os atos têm encolhido de tamanho, mesmo após a aprovação da reforma trabalhista, que já passa a valer no próximo sábado [11], e com esse governo aprovando tudo para atacar a classe trabalhadora na calada da noite. As pessoas, parece, estão anestesiadas”, comenta a presidente do Sinteal.

Consuelo destaca que caravanas no interior devem vir à capital na próxima sexta-feira.

FRAGILIZADO

 

Numa página de evento criado no Facebook, os organizadores das manifestações de sexta-feira afirmam que, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) “cada mês ficou mais claro que, agindo fora do ambiente democrático, as elites partiram para cima visando destruir direitos das classes trabalhadoras e impedir a mobilização popular. Acontece que agora o governo do ilegítimo de Michel Temer, está ainda mais fragilizado. Para tentar ganhar força novamente, ele buscará votar a reforma da previdência”. 

Mais uma “greve geral” dos servidores públicos está marcada para esta sexta-feira (10). A paralisação ocorre em nível nacional.
Em Maceió, a manifestação inicia a partir das 8h devem realizar caminhadas pelo Centro da capital alagoana. 
Dos sindicatos ouvidos pela reportagem da Tribuna Independente, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro) definiu que vai participar ativamente dos protestos contra os atos do governo Michel Temer (PMDB), no entanto o transporte coletivo não vai parar. 
“Os ônibus em Maceió não vão parar. Funcionam normalmente”, reforçou a assessoria de comunicação da entidade. 
O objetivo das manifestações é protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, além de projetos de lei como a Medida Provisória 805/2017, que adia o reajuste salarial dos servidores públicos federais, aumenta a contribuição junto à previdência e reduz ajuda de custo e auxílio-moradia.
Nas outras duas datas de “greve geral”, os movimentos de trabalhadores rurais sem terra também participaram dos protestos. A assessoria do MST confirmou que já está definida sua participação em atividades nas cidades de Maceió e Arapiraca.
LETARGIA
Para Consuelo Correia, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), a mobilização de sexta-feira deve ser abaixo da expectativa. Segundo ela, há um comportamento de letargia, não só na base do Sinteal, mas entre os trabalhadores como um todo.
“Os atos têm encolhido de tamanho, mesmo após a aprovação da reforma trabalhista, que já passa a valer no próximo sábado [11], e com esse governo aprovando tudo para atacar a classe trabalhadora na calada da noite. As pessoas, parece, estão anestesiadas”, comenta a presidente do Sinteal.
Consuelo destaca que caravanas no interior devem vir à capital na próxima sexta-feira.
FRAGILIZADO
Numa página de evento criado no Facebook, os organizadores das manifestações de sexta-feira afirmam que, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) “cada mês ficou mais claro que, agindo fora do ambiente democrático, as elites partiram para cima visando destruir direitos das classes trabalhadoras e impedir a mobilização popular. Acontece que agora o governo do ilegítimo de Michel Temer, está ainda mais fragilizado. Para tentar ganhar força novamente, ele buscará votar a reforma da previdência”. 

Fonte: Editoria de Política - Tribuna Independente

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