Polícia

Colega confessa morte de adolescente em Colônia Leopoldina e é preso pela polícia

Jovem de 25 anos foi localizado em uma ação conjunta da Polícia Militar e da Guarda Municipal

Por Lucas França 29/09/2026 15h49 - Atualizado em 29/09/2026 16h57
Colega confessa morte de adolescente em Colônia Leopoldina e é preso pela polícia
Millena Maria da Silva - Foto: Reprodução

Um jovem de 25 anos, apontado como colega de Milena Maria da Silva, de 17 anos, confessou a autoria da morte da adolescente e foi preso nesta terça-feira (29), em Colônia Leopoldina, no interior de Alagoas.

A prisão ocorreu durante uma ação conjunta da Polícia Militar e da Guarda Municipal. Após ser localizado, o suspeito foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Colônia Leopoldina, onde ficou à disposição das autoridades.

Milena foi encontrada morta nessa segunda-feira (28), dentro da residência onde morava, na Fazenda Peixinho, zona rural do município.

De acordo com as informações iniciais, o companheiro da adolescente havia retornado do trabalho e estranhou o fato de Milena não responder aos chamados.

Diante da ausência de resposta, ele teria entrado na residência por uma janela e encontrado a jovem já sem vida. A Polícia Militar foi acionada após receber uma denúncia sobre um possível homicídio.

Quando chegaram ao imóvel, os policiais constataram a morte da adolescente.

Perícia apontou sinais de violência


Durante os primeiros levantamentos, foram identificadas marcas no corpo de Milena que poderiam ser compatíveis com asfixia ou enforcamento. A causa oficial da morte, entretanto, depende dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).

Equipes do Instituto de Criminalística (IC) estiveram na residência para realizar a perícia e recolher possíveis vestígios que possam ajudar a esclarecer o caso. Depois dos procedimentos no local, o corpo foi encaminhado ao IML.

A prisão do jovem ocorreu um dia após a descoberta do corpo. Segundo as informações divulgadas, ele teria confessado o crime durante a abordagem.

Apesar da confissão, a investigação continua para esclarecer a motivação, a dinâmica da morte e todos os fatos que antecederam o crime.

A Polícia Civil deverá reunir depoimentos, laudos periciais e demais elementos obtidos durante a investigação para concluir o caso.

O suspeito permanece à disposição da Justiça.