Polícia

Operação cumpre medidas cautelares contra investigados pelo golpe do falso cadastro habitacional

Ação da PC/AL visa identificar e preservar patrimônio passível de constrição judicial

Por Ascom PC/AL 09/06/2026 10h56 - Atualizado em 11/06/2026 01h48
Operação cumpre medidas cautelares contra investigados pelo golpe do falso cadastro habitacional
Entre os investigados, estão servidores públicos municipais e estaduais, responsáveis por atrair vítimas e dar aparente credibilidade às promessas de favorecimento - Foto: PC/AL

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (9), a segunda fase da Operação Teto de Vidro, novas medidas cautelares destinadas ao aprofundamento das investigações que apuram um esquema de fraude conhecido como golpe do falso cadastro habitacional.

A ação teve como foco o cumprimento de mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares autorizadas pelo Poder Judiciário contra investigados apontados como participantes da estrutura criminosa responsável pela captação de vítimas, intermediação de pagamentos e movimentação de recursos obtidos por meio da fraude.

A operação foi realizada pela equipe da Delegacia de Estelionatos, coordenada pelos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos, com o objetivo de identificar novos envolvidos, aprofundar a análise patrimonial dos investigados e localizar bens e ativos passíveis de constrição judicial para garantir o futuro ressarcimento das vítimas.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram realizadas buscas em diversos endereços, resultando na apreensão de veículos, bens de valor e outros elementos de interesse para a investigação. As medidas visam, ainda, identificar e preservar patrimônio passível de constrição judicial, buscando assegurar o futuro ressarcimento das vítimas e a reparação dos prejuízos causados pela atuação criminosa.

As diligências também têm como finalidade rastrear patrimônio, veículos, ativos financeiros e outros bens eventualmente vinculados ao esquema criminoso, possibilitando a adoção de medidas destinadas à recuperação de valores e à reparação dos prejuízos causados às vítimas.

O efetivo empregado pela Polícia Civil de Alagoas contou com a atuação integrada da Delegacia de Estelionatos, Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), Núcleo de Planejamento Operacional (NPO) e Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), que atuaram de forma conjunta no cumprimento das medidas judiciais e no apoio às diligências realizadas durante a operação.