Polícia
Dados sobre ocorrências nas eleições em Alagoas são divulgados pela PM
Equipes estiveram presentes em todos os 1.077 locais de votação distribuídos em cada uma das 102 cidades
A Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) apresentou nesta quarta-feira (9) o balanço das operações nas eleições deste ano em todo estado. A PM mobilizou cerca de 6.600 policiais e 1.200 veículos. As equipes estiveram presentes em todos os 1.077 locais de votação distribuídos em cada uma das 102 cidades. Foram 740 pontos no interior e outros 337 na capital.
Os números foram contabilizados pela 2ª Seção do Estado-Maior Geral (EMG), de Estatística e Ciência Aplicada, com base nos dados contidos na Central de Atendimento e Despacho (CAD) da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Foram 45 casos de crimes eleitorais, sendo 18 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO), junto às polícias Civil (PC) e Federal (PF); 13 flagrantes; nove TCOs da própria PM e cinco boletins de ocorrência.
Entre os tipos de infrações, violar ou tentar violar o sigilo do voto se destacou, com 13 registros. A segunda infração mais comum foi a boca de urna, contabilizando 8 ocorrências. O transporte irregular de eleitores aparece em terceiro lugar, com 6 registros, seguido de desobediência a ordens da Justiça Eleitoral, com quatro casos. A compra de votos, uma das infrações consideradas mais graves, registrou três ocorrências.

As cidades de Maceió, Marechal Deodoro, Palmeira dos Índios e União dos Palmares foram as que mais registraram ocorrências – três em cada uma.
Para o comandante-geral da PM, o pleito foi considerado tranquilo. “A segurança para as eleições deste ano foi cuidadosamente planejada. Iniciamos os preparativos três meses antes do pleito, organizando cada detalhe para garantir um processo tranquilo e seguro. Nossas equipes foram bem treinadas e preparadas para o contexto eleitoral, com toda a logística necessária assegurada. A antecipação foi fundamental para realizarmos reciclagens e atualizações, capacitando nossa tropa a lidar com qualquer irregularidade que pudesse surgir no dia da votação”, salientou o coronel Paulo Amorim.
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