Polícia
Promotor e defensor público pegam Covid-19 e júri popular do caso Rhaniel é adiado
Estava marcado para esta quarta-feira (16), o júri popular dos acusados de matarem o menino Rhaniel Pedro Laurentino da Silva, de 10 anos, no dia 13 de maio do ano passado, mas foi adiado para o dia 2 de dezembro por conta de que o promotor Tácito Yuri e o defensor público Arthur Loureiro, que atuariam na sessão do Tribunal do Júri, testaram positivo para a Covid-19 e vão cumprir isolamento, como manda o protocolo médico.
Durante depoimento, a versão apresentada pela família à polícia foi de que o menino tinha desaparecido um dia antes, ao sair de casa para o reforço escolar.
Ana Patrícia da Silva Laurentino, mãe de Rhaniel; Vítor de Oliveira Serafim, padrasto e Wagner de Oliveira Serafim, irmão de Vitor e tio do menino, respondem pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver.
A investigação apontou que a criança foi morta por espancamento e um objeto foi introduzido em seu corpo para fazer com que a polícia entendesse, que teria ocorrido violência sexual. Inclusive, um preservativo foi deixado na calçada onde o corpo foi abandonado, porém apenas o material genético de Rhaniel foi identificado.
O Instituto Médico Legal (IML) confirmou que o menino foi estuprado, mas que a causa da morte foi aspiração por sangue. O exame de necropsia constatou lesões na região craniana, na face e no interior da boca da vítima, provocando o sangramento que resultou na asfixia.
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