Polícia

29 de novembro de 2021 16:36

Polícia prende suspeito de matar gari que exigiu máscara em ônibus

Suspeito foi identificado como Cristiano da Silva, teria histórico de violência e possível transtorno mental

↑ Imagens mostram momento em que gari é morto a facadas (Imagem: Reprodução)

Agentes da Polícia Civil prenderam  o homem suspeito de esfaquear Renilson Freire de Souza, de 38 anos, que trabalhava como gari e foi morto a facadas na manhã desta segunda-feira (29) após discussão em um ônibus da empresa Real Alagoas, que fazia a linha Benedito Bentes/Ponta Verde.

De acordo com as informações da polícia, o suspeito foi identificado como Cristiano da Silva, teria histórico de violência e possível transtorno mental. Os agentes receberam a informação de que o ele morava próximo à Praça Bonfim.

“A polícia esteve na residência dele, mas ele não estava. Pessoas informaram aos policiais que ele estaria andando pela região e nós o encontramos perambulando na Praça Bonfim, vestindo as mesmas roupas do momento do crime e em posse de uma faca”, informou o delegado Francisco Medson, responsável pelo caso.

Renilson Freire foi morto no começo da manhã quando seguia para o trabalho de ônibus. De acordo com as informações da polícia, o suspeito subiu no ônibus sem máscara e, ao reclamar da atitude e exigir que o item fosse colocado, a vítima foi atingida pelos golpes de arma branca.

O crime aconteceu no bairro do Farol, no sentido Tabuleiro/Centro. O gari morreu no local antes de receber socorro. A Polícia Militar foi acionada e os agentes do Instituto Médico Legal (IML) recolheram o corpo.

O exame cadavérico confirmou que a vítima foi atingida por três golpes de um instrumento perfuro-cortante. A arma branca utilizada no crime provocou um ferimento no braço que atingiu também a axila, e outros dois ferimentos na região do tórax, sendo um mais superficial e o segundo que provocou a morte do gari.

Suspeito subiu no ônibus sem máscara, mesmo com os avisos da obrigatoriedade do uso (Foto: Sandro Lima)

Fonte: Thayanne Magalhães

Comentários

MAIS NO TH