Polícia

12 de novembro de 2019 16:34

Padrasto de Danilo respondeu por outro processo de agressão contra mais 1 ex-mulher

Denúncias contra José Roberto de Morais estão sendo analisadas pela Polícia Civil

↑ Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP) (Foto: Ascom PC/AL)

Após a aparição de José Roberto em entrevistas recentes, diversas denúncias têm chegado ao conhecimento da comissão de delegados do ’caso Danilo’ acerca de fatos graves praticados por José Roberto de Morais contra mulheres com as quais ele já teve relacionamento. Todas as denúncias estão sendo analisadas e, pela segunda, vez são confirmadas.

A primeira diz respeito a um caso ocorrido em Arapiraca cujas vítimas são uma ex-companheira e sua filha, na época, com apenas 10 anos de idade. As vítimas relataram que sofreram tentativa de homicídio, lesão corporal, estupro de vulnerável, sequestro e cárcere privado. O local para a prática dos abusos seria uma oficina de bicicletas de propriedade de José Roberto.

A comissão descobriu, desta vez, que José Roberto foi processado por outra ex-companheira com a qual convivia em Maceió, no ano de 2014. A vítima relatou que no início do relacionamento Roberto tinha comportamento normal, mas dentro de alguns meses, ele começou a xingá-la com palavras de baixo calão e tempos depois começou a agredi-la fisicamente.

Numa das agressões, José Roberto deu um soco na boca da ex-mulher e outros no braço. O filho da vítima chegou a acionar a Polícia Militar para prender José Roberto em flagrante, mas ele acabou fugindo.

A mulher ainda chegou a fazer exame de corpo de delito comprovando as lesões, no entanto, no dia marcado para audiência José Roberto não compareceu e o processo acabou sendo arquivado. Na época desse relacionamento, não havia crianças na residência.

Sobre o ‘caso Danilo’, a Polícia Civil confirma que está avançando numa linha de investigação, mas não irá revelar detalhes nesse momento.

A partir do perfil que está sendo traçado de José Roberto, os delegados acreditam que Daniel, irmão gêmeo de Danilo, poderia estar correndo sério risco a sua integridade.

A prisão cautelar decretada pelo juízo de Arapiraca a pedido da delegada Daniela Alves, segundo a comissão, certamente foi essencial para salvaguardar a integridade física de Daniel e demais familiares.

Fonte: Ascom PC/AL

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