Polícia

16 de abril de 2019 21:14

Polícia detém funcionário da prefeitura de Craíbas suspeito de estupro de vulnerável

Crime ocorreu em 2017, quando suspeito abordou crianças de 12 e 10 anos de idade

↑ Ilustração

Uma equipe de policiais civis do 62ºDP (Distrito Policial) de Craíbas, no interior de Alagoas, coordenada pelo delegado Igor Diego, prendeu Alex Sandro da Silva, de 33 anos, suspeito de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu durante a manhã desta terça-feira (16) , na Secretaria de Saúde de Craíbas, onde o suspeito trabalha.

Durante as investigações, os policiais civis apuraram que uma criança de 12 anos foi abusada sexualmente. O crime teria ocorrido em 2017, quando o suspeito abordou a vítima e seu primo de 10 anos. Segundo a polícia, as crianças voltavam de um mercadinho, localizado no centro da cidade.

O suspeito morava sozinho em uma casa, localizada na Rua Pau Ferro, De acordo com a polícia, no trajeto entre a residência da vítima e o mercadinho, ele teria chamado as crianças para ajudá-lo a remover algumas caixas e colocá-las dentro do carro da Prefeitura de Craíbas.

Segundo a polícia, quando terminaram de colocar as caixas no carro, o suspeito atraiu as crianças para dentro da sua residência, momento em que trancou a porta para evitar que as crianças corressem. Em seguida, levou a vítima para dentro do quarto e a molestou sexualmente, fazendo sexo oral na criança.

Durante o abuso, lesionou os braços da criança, pois apertou com força para evitar que saísse da posição que se encontrava. Após consumar o crime, Alex liberou as crianças abrindo a porta da residência.

Durante o inquérito, a vítima foi encaminhada ao IML ( Instituto Médico Legal) de Arapiraca, onde se submeteu ao exame de corpo de delito, sendo constatada a violência sexual.

Agora, a Polícia Civil investigas denúncias que apontam Alex como autor de outros estupros de crianças e adolescentes de Craíbas.

O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo juiz Alberto de Almeida, da 1ª Vara da Infância da comarca de Arapiraca, onde tramita o processo criminal.

Fonte: Redação com assessoria PC/AL

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