Mundo
Opositores ao governo de Nicolás Maduro deixam a prisão após mais de um ano
Guárate, prefeito do município de Mario Briceño, no estado de Aragua, foi preso às vésperas de uma manifestação
Os opositores ao governo venezuelano Yon Goicoechea e Delson Guárate deixaram na sexta-feira (3) a prisão com medidas cautelares, informaram fontes da Vontade Popular (VP), partido liderado pelos dois.
"Libertaram meus irmãos Yon Goicoechea e Delson Guárate com medidas cautelares. Nunca deveriam ter sido privados de sua liberdade", escreveu, em sua conta do Twitter, o vereador do município de Chacao (Miranda), Alfredo Jimeno.
Mais tarde, Guárate usou sua própria conta do Twitter para informar da sua libertação.
"Estou em liberdade", escreveu, sem dar maiores detalhes.
Goicoechea foi preso em agosto do ano passado, por supostamente planejar ações contra o governo de Nicolás Maduro, segundo disse naquela ocasião o homem-forte do chavismo Diosdado Cabello. Em dezembro de 2016, a Espanha lhe concedeu a cidadania.
Já Guárate, prefeito do município de Mario Briceño, no estado de Aragua, foi preso às vésperas de uma manifestação, no dia 1º de setembro de 2016, em Caracas, pelo Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), acusado de "financiamento ao terrorismo" e "formação de quadrilha".
Seus familiares denunciaram que durante o período que esteve preso, perdeu mais de 20 quilos e agravaram sua diabetes e hipertensão arterial, por isso solicitaram ao governo de Maduro que lhe fosse concedido uma medida humanitária.
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