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Casal vence concurso “Pé de Aço” após 38 horas dançando forró e quebra recorde em Colônia Leopoldina

Por Lucas França com Tribuna Hoje 23/06/2026 14h55 - Atualizado em 23/06/2026 15h12
Casal vence concurso “Pé de Aço” após 38 horas dançando forró e quebra recorde em Colônia Leopoldina
Kitéria Silva e Adriano, conhecido como “Jack”, foram os grandes vencedores da 24ª edição do concurso Pé de Aço - Foto: Prefeitura de Colônia Leopoldina

Kitéria Silva e Adriano, conhecido como “Jack”, foram os grandes vencedores da 24ª edição do concurso Pé de Aço, realizado em Colônia Leopoldina, no interior de Alagoas. A dupla superou todas as demais e alcançou um feito impressionante: 38 horas consecutivas dançando forró, estabelecendo um novo recorde na competição.

O concurso é uma das atrações mais tradicionais do São João no município e coloca à prova a resistência física e emocional dos participantes. Ganha o casal que consegue permanecer por mais tempo na pista de dança, com o mínimo de interrupções possível. Ao final da disputa, os vencedores receberam o prêmio de R$ 20 mil, além de brindes oferecidos ao longo do evento.

As regras tornam o desafio ainda mais exigente. Cada participante pode se ausentar por apenas cinco minutos para ir ao banheiro, enquanto o parceiro precisa seguir dançando sozinho. A alimentação e a hidratação também acontecem dentro da própria pista, o que aumenta o nível de desgaste durante as longas horas de competição.

Kitéria destacou que a preparação foi fundamental para alcançar o resultado. Segundo ela, o controle emocional foi tão importante quanto o preparo físico. A competidora relatou que precisou lidar com o cansaço extremo, ansiedade e a pressão das torcidas ao longo da maratona de dança.

A vencedora também contou que entrou na disputa com um objetivo pessoal e familiar, buscando melhorar as condições de vida de parentes próximos. Essa motivação, segundo ela, ajudou a manter o foco durante toda a competição, mesmo diante das dificuldades enfrentadas.

Com a vitória, o casal reforça sua marca na história do concurso, que já é conhecido por desafiar os limites dos participantes e se consolidou como uma das tradições mais curiosas e exigentes do São João em Alagoas.