Interior

8 de abril de 2021 19:16

Mãe de prefeito ganha liberdade após Alvará de Soltura da 16ª Vara Criminal da Capital

Prisão ocorreu na terça-feira desta semana na cidade de Junqueiro e dona Rejane ficou detida numa das celas do CISP de Teotônio Vilela

↑ Anderson: A prisão foi ilegal, arbitrária e por juízo incompetente

Por meio de um Alvará de Soltura, via 16ª Vara Criminal da Capital, foi que na tarde desta quinta-feira, 8, dona Rejane Maria da Silva, mãe do prefeito de Junqueiro (Leandro Silva)  ganhou liberdade da prisão depois presa por dois dias no CISP da cidade de Teotônio Vilela. “A prisão ocorrida na última terça-feira em Junqueiro foi ilegal, arbitrária e por juízo incompetente. Um absurdo o cumprimento de um mandado de prisão que já foi cumprido anteriormente” detonou o advogado Anderson Bruno Barros, após sua cliente ser liberta.

Anderson Bruno Barros fez severas críticas sobre o caso: “Foi mais absurdo, foi à falta de atenção da Comarca de Teotônio Vilela, que já tinha conhecimento, seja oficialmente ou por noticiários nos meios de comunicação, tendo em vista que já foi destacada nas mídias várias vezes o cumprimento dessa prisão; pois nem se quer foi consultado a situação carcerária, uma vez que a senhora Rejane já vinha cumprindo sua pena desde 2018” disse.

Ainda segundo denúncia do advogado, a situação resultou em uma prisão ilegal por dois dias em uma cela insalubre por uma pessoa que é acometida por vários problemas de saúde, o que torna no mínimo desumano. “Sabedor da visível ilegalidade, de bate e pronto já requeremos ao juízo da Comarca de Teotônio Vilela o relaxamento da prisão, que foi negado, tendo em vista o absurdo foi feito um pedido de reconsideração, sendo novamente negado pelos motivos da decisão” narrou Anderson Bruno Barros.

O advogado Anderson salientou que após todo um impasse, foi protocolado na 16ª Vara de Execuções Penais da Capital, que de forma justa e brilhante cerceou a prisão ilegal. “A Justiça foi feita com o relaxamento da prisão e o consequente Alvará de Soltura. São situações assim que não podem passar despercebidos pelas autoridades constituídas, para que não se promova verdadeiras injustiças”, desabafou Anderson Bruno Barros.

Fonte: Edmílson Teixeira

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