Interior

2 de julho de 2020 15:19

Rogério Nezinho condena cortes nas gratificações a agentes de saúde em Arapiraca

Vereador vem denunciando descasos contra os servidores públicos

 

O vereador Rogério Nezinho classificou de desastrosa mais uma ação da administração do prefeito Rogério Teófilo (PSDB), em Arapiraca.

Para Nezinho,  nem em um momento de pandemia, onde cada centavo é importante na vida do trabalhador, a gestão desconta dinheiro nos salários dos agentes de saúde e de endemias do município.
O parlamentar lembra que desde o ano passado vem cobrando na tribuna da Câmara que a administração municipal dê uma melhor atenção aos profissionais da área de saúde.
“Em meados de setembro de 2019, da tribuna desta Casa, denunciei que Agentes de Saúde e de Endemias estavam trabalhando com os uniformes rasgados e o material de trabalho danificado”, falou Rogério Nezinho.
O parlamentar indagou a equipe de economia da prefeitura de Arapiraca, como um pai de família poderá manter sua casa com um corte de R$ 359 nos salários?

Rogério Nezinho classificou como mais revoltante ainda, o fato de que além de demonstrar uma total insensibilidade aos problemas dos servidores de sua própria administração, Rogério Teófilo, ainda deixa de cumprir o que prometeu ao garantir que estas gratificações não seriam retiradas, lembra ele.
Segundo Rogério Nezinho, em março deste ano houve uma reunião entre os representantes da categoria, Jáder Albuquerque, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Metropolitanos do Agreste, Anselmo Santos, o secretário de Saúde, Klifson Magalhães, quando na oportunidade, foi dada a garantia de que todos os profissionais teriam o piso nacional da categoria já em março, porém, nunca foi cumprido.
Rogério Nezinho diz não concordar com as alegações da administração municipal que tenta justificar o corte das gratificações, alegando que os descontos foram feitos nos salários dos Agentes que estão em desvio de função por atestado médico.
“Pelo que tenho conhecimento nas entrevistas do presidente do SindAgreste, Jader de Albuquerque, apesar de os agentes estarem em desvio de função, eles estão trabalhando e comparecendo as Unidades Básicas de Saúde, correndo risco de uma possível contaminação pelo Covid 19.
Rogério Nezinho, concluiu afirmando que apóia a iniciativa dos representantes da categoria, que em audiência realizada nesta quarta-feira (1°), solicitaram a intervenção do Ministério Público do Trabalho, lembrando que o adicional de insalubridade é um instrumento legal de compensação ao trabalhador “por períodos de trabalho exposto a agentes nocivos, com potencial para prejudicar a sua saúde de alguma forma”, completou.

Fonte: Davi Salsa com assessoria

Comentários

MAIS NO TH