Interior

4 de maio de 2019 13:05

Japaratinga, uma joia do Litoral Norte

Penúltima cidade daquela região fica quase que a mesma distância de Maceió e de Recife, com cerca de 120 km

↑ Foto: Luiz Eduardo Vaz - Arquivo Setur

Na bela música “Maceió” (1962, composta por Lourival Passos), Luiz Gonzaga cantava que: “Alagoas tem joias tão caras, que meus olhos não cansam de olhar…”. Certamente uma destas joias é Japaratinga. Cercada por vizinhas famosas e badaladas (ao sul está a Rota Ecológica, com destaque para São Miguel dos Milagres e ao norte está Maragogi, com suas inigualáveis Galés), a cidade alagoana de Japaratinga talvez seja a menos famosa do litoral norte do Estado.

Será que isto significa que ela não tem belezas capazes que atrair os turistas mais exigentes? Posso lhe garantir que tem, e muitas. E digo mais: exatamente por não ser tão famosa, Japaratinga consegue ser um recanto de paz, com muita tranquilidade e preços mais acessíveis (especialmente os das pousadas, se comparadas com as da Rota Ecológica, e os dos hotéis, se comparados aos de Maragogi).

Para quem é de outros Estados do país, Japaratinga é a penúltima cidade do Litoral Norte de Alagoas, e fica quase que a mesma distância de Maceió e de Recife (cerca de 120 km).

É uma cidade simpática, com um centro urbano debruçado sobre o Atlântico, uma estrada à beira mar, muito verde e pouco movimento, o que vem conquistando muitos admiradores, inclusive no exterior.
Paraíso da terra

No site “Thousand Wonders (Mil maravilhas), a cidade é listada como um dos paraísos da terra. Segundo o site: “The city is one of the most beautiful places on the northeastern coast. Its tranquility and beautiful beaches ranks Japaratinga as an important tourist destination in Brazil.”

E não é só Maragogi que brilha por suas fabulosas piscinas naturais.

O município possui muitas praias legais. A de Japaratinga propriamente dita fica na vila. É onde se encontram a prefeitura, os dois postos de saúde, as escolas, as praças, a delegacia, o mercado público e a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias, construída pelos holandeses há mais de 300 anos.

Com águas mansas e mornas, tem bares e restaurantes. Saindo da cidade para as outras praias, passa-se por belas falésias e chega-se a Praia de Bitingui, com suas casas de veraneio e águas mansas.

Logo depois vêm a praia de Barreiras do Boqueirão com suas fontes de água mineral e agradáveis bares e restaurantes. A seguir vem a Praia do Pontal do Boqueirão, a mais deserta, com se

O quinto trecho é a Praia do Pontal, um encontro do mar com o Rio Manguaba. É ali que se toma a balsa para atravessar para a vizinha Porto de Pedras.

Fonte: Sucursal Litoral Norte / Cláudio Bulgarelli

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