Interior

23 de maio de 2017 09:58

Rio São Francisco recebe 12 mil espécimes de camarão durante ação da FPI

Força-tarefa também fiscaliza embarcações

O Velho Chico ganhou de volta mais de 12 mil espécimes de camarões, nessa segunda-feira  (22), depois que a equipe aquática da Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco (FPI) realizou ações de combate a pesca predatória e resgatou toda essa quantidade de crustáceos. A força-tatefa também apreendeu armadilhas ilegais e fiscalizou embarcações. 

Durante a autuação contra a pesca predatória, que ocorreu nas proximidades dos Povoados Tapera de Itiúba (Porto Real do Colégio) e Saúde (Santana do São Francisco/SE), foram apreendidas 2.515 armadilhas irregulares para captura de camarão, todas confeccionadas com tela plástica, canos de PVC e talas de madeira com espaçamento inferior ao permitido por lei. 

Em função da apreensão dessas armadilhas, foram resgatadas cerca de 12 mil espécimes de camarões que, na sequência, voltaram para o rio.

Na mesma ação, também foram apreendidos600 metros de rede para captura de peixes e 27 aparadeiras, tipo de reservatório onde os pescadores vão juntando o camarão despescado dos covos ilegais.

Para este trabalho, foram às águas do São Francisco fiscais do Ibama e militares do Batalhão de Polícia Ambiental  (BPA).

Inspeções navais
Militares da Agência Fluvial de Penedo (Marinha do Brasil) focaram o trabalho nas inspeções navais na cidades de Piaçabuçu e Piranhas.

Na fiscalização do tráfego aquaviário foram abordadas oito embarcações, sendo quatro pesqueiras, uma balsa de transporte de carga e passageiros e três embarcações de transporte apenas de passageiros.

Do total de embarcações inspecionadas, seis foram notificadas por infringir a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário. As principais irregularidades constatadas foram a falta dos equipamentos de salvatagem e documentação irregular. 

Piscicultura sem licença ambiental
Uma outra parte da equipe aquática esteve vistoriando uma piscicultura no município de Junqueiro. O empreendimento, que cria tilápias, não possuía licença ambiental de operação. Em função disso, o Instituto de Meio Ambiente (IMA) lavrou um auto de infração e embargou a atividade.

Fonte: Ascom MPE

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