Interior

24 de janeiro de 2017 14:54

Prefeito de Rio Largo é acusado de impedir obra de seu opositor

Gilberto Gonçalves (PP) começa a ser alvo de críticas

O polêmico ex-deputado estadual, Gilberto Gonçalves (PP) começa ser alvo de críticas agora na qualidade de prefeito de Rio Largo, sobretudo por adotar a picuinha de perseguir seus adversários da disputa eleitoral. Que o diga o empresário Pedro Victor (PSC) segundo colocado nas eleições, que na manhã desta terça-feira, recebeu indigestamente fiscais da Prefeitura, guarnecidos pela Polícia Militares e agentes municipais, que prontamente chegaram com o intuito de impedir o andamento da obra de ampliação do Supermercado PV, pertencente a sua família. “De fato, a gente com toda a nossa documentação em dia, a obra sofreu uma tentativa frustrada de embargo de forma arbitrária por fiscais da Prefeitura” argumentou Pedro Victor, salientando o fato de que obra também  está gerando  emprego e renda na região e que está sendo ampliada justamente para agregar mais pessoas trabalhando.  

Segundo funcionários do estabelecimento, os fiscais que se identificaram como funcionários da Prefeitura chegaram acompanhados da Polícia Militar  afirmando que a obra estava irregular, mas de acordo com informações do Grupo PV, a construção está toda documentada desde 2016, inclusive foi expedido o Alvará de Licenciamento da obra tornando, segundo eles, a atitude tomada pela Prefeitura ilegal, além de ser caracterizada como perseguição política – o que vem acontecendo, conforme disseram, com frequência na cidade desde que o novo gestor assumiu a Prefeitura.

De acordo com o Grupo PV, a Prefeitura tenta cancelar a Licença de obra, mas sendo pessoa jurídica e uma vez que o direito foi adquirido legalmente, seria arbitrário cancelar o Alvará por ter apenas mudado a gestão. O que só contribui para a tese de perseguição política. “Aqui em Rio Largo, vários empresários que apoiaram candidatos contrários a Gilberto Gonçalves, estão sendo ‘penalizados’ com justificativas rasas vindo da Prefeitura” disse um funcionário do supermercado, que pediu para não revelar sua identificação.

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