Esportes
'Agora é hora de ser letal', diz Moacir Júnior sobre reta decisiva do CSA na Série D
Técnico reforça união do elenco, chegada de Everton Heleno e convoca torcida para apoiar em peso no Rei Pelé
Na manhã desta sexta-feira (19), no CT Gustavo Paiva, em Maceió, o técnico do CSA, Moacir Júnior, concedeu entrevista coletiva ao lado de toda a comissão técnica e funcionários do clube, em preparação para o primeiro duelo do mata-mata contra o Lagarto, pela segunda fase da Série D. O treinador destacou que o momento exige entrega máxima e eficiência: “agora é hora de ser letal”, afirmou, em referência à necessidade de aproveitar cada oportunidade de gol nesta etapa eliminatória.
Moacir ressaltou que o Azulão chega praticamente com todo elenco à disposição, após semanas de treinos intensos e recuperação de atletas. Ele frisou que o fator psicológico será determinante e que o grupo está preparado para enfrentar as dificuldades do confronto. “Nada se define no primeiro jogo. É preciso eficiência e tranquilidade para aproveitar as chances”, disse.
A coletiva também abordou a chegada do reforço Everton Heleno, que retorna ao CSA após passagem pelo Campinense. O técnico destacou sua polivalência e experiência, acreditando que o jogador pode ser decisivo neste momento. “Ele é um homem formado, um atleta que traz liderança e experiência. Não é mais o Everton de 2017, mas chega com muito mais maturidade para ajudar o grupo”, avaliou.
Sobre a disputa no gol, Moacir preferiu manter suspense entre Yago e Wellerson, afirmando que a definição só será revelada minutos antes da partida. Ele reforçou que o elenco está equilibrado, com dois atletas por posição, e que a responsabilidade neste momento deve recair sobre os mais experientes.
O treinador também comentou sobre propostas recebidas de outros clubes, como Anápolis e ABC, mas garantiu sua permanência no CSA por acreditar no projeto e na força do grupo. “Eu acredito demais nos atletas e na diretoria. Esse é o momento de todos se unirem pelo acesso”, declarou.
Moacir aproveitou para convocar a torcida azulina a comparecer em peso ao jogo de volta no Rei Pelé. “Eu não espero menos que 15 mil torcedores. Agora é hora de colocar o coração no bico da chuteira e a cabeça gelada para conquistar o acesso”, disse, reforçando a importância da união entre elenco, diretoria e torcida.
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