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Barroca exalta solidariedade e força coletiva do CRB após classificação na Copa do Brasil

Galo de Campina bateu o Figueirense e passou à quinta fase da competição

Por Tribuna Hoje 19/03/2026 03h14
Barroca exalta solidariedade e força coletiva do CRB após classificação na Copa do Brasil
Treinador correu para comemorar com o elenco após o gol de Douglas Baggio - Foto: Ascom CRB

Na coletiva após a vitória por 1x0 sobre o Figueirense, que garantiu o CRB na quinta fase da Copa do Brasil, o técnico Eduardo Barroca destacou a solidez defensiva e o momento individual dos atletas. “São sete jogos sem sofrer gol de bola rolando. Isso é um indicativo muito grande de solidariedade e entrega do nosso time”, afirmou.

O treinador ressaltou que a jogada do gol, marcada por assistência de Danielzinho e finalização precisa de Douglas Baggio, foi fruto de treino e execução de qualidade: “Óbvio que a gente treina, mas o mérito é dos jogadores que executaram. Se o Daniel não tivesse a excelência de achar o Baggio no ponto certo, e se o Baggio não tivesse a qualidade que teve de finalizar, a gente teria encontrado outras dificuldades.”

Barroca também valorizou as substituições, que vêm sendo decisivas em diferentes partidas: “Desde a semifinal com o CSA, todas as substituições têm feito a diferença. Está difícil montar o banco de reserva, porque todo mundo que entra, entra bem. Isso é muito bom, quem ganha é o CRB.”

Sobre a postura tática, explicou a entrada de Luizão para reforçar o meio-campo na reta final: “O jogo pediu isso. O Luizão é experiente, ajuda na bola parada e entrou bem, como tem feito em todos os jogos.”

O técnico ainda exaltou a conexão com a torcida no Rei Pelé: “É espetacular o que o torcedor fez hoje, a festa, os fogos. Para mim, como treinador, a maior alegria é ver a torcida conectada com os jogadores. Isso é o maior prêmio que eu tenho.”

Agora, o CRB vira a chave para a Série B, onde Barroca prevê novos desafios, mas confia na união do elenco e na força da torcida para manter o bom momento.

Confira a entrevista na íntegra: