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CSA não deve ter mudanças para os dois clássicos

Time busca voltar à final do Campeonato Alagoano após cinco anos e técnico Itamar Schülle está confiante

Por Tribuna Independente 13/02/2026 09h12
CSA não deve ter mudanças para  os dois clássicos
CSA treina forte para disputar os dois clássicos da semifinal com o CRB nas próximas semanas - Foto: Augusto Oliveira / Ascom CSA

Chegar na final do Campeonato Alagoano é o grande objetivo do CSA. O time marujo está invicto e chega para os clássicos das semifinais apenas com a vantagem de ser o mandante do segundo jogo. Segundo o regulamento, empate na soma dos dois resultados do mata-mata leva a decisão da vaga para os pênaltis. O Azulão garante, se chegar às finais do estadual, vagas na Copa do Nordeste e Copa do Brasil. O CSA não chega à final do Campeonato Alagoano há quase 5 anos. A última vez que o clube disputou a decisão do estadual foi em 2021, ano em que conquistou seu 40º título ao vencer o CRB nos pênaltis.

A semana de trabalhos será intensa, mesmo com carnaval. O técnico Itamar Schülle deve fazer poucas mudanças no time titular. Do ponto de vista estratégico, mas o time chegará ao clássico sem baixas entre os titulares e com uma formação na cabeça.

A tendência é que o time jogue assim no primeiro duelo da semifinal, dia 18 de fevereiro, às 20h: Wellerson; Marcos Ytalo, Rayan, Lucão e Kaike; Kayllan, Fabrício Bigode e Dudu Figueiredo; Buba, Matheus Souza e Ciel. Os meias Matheus Melo e Ronaldo Mendes vêm buscando espaço, ganhando destaque quando entram, mas devem ficar no banco. Quem perdeu a vaga na equipe foram o zagueiro Marlon, após lesão, e o volante Igor Guilherme.

Schülle iniciou o trabalho no CSA em 19 de novembro, foi pressionado por resultados ruins nos primeiros jogos-treino, mas rapidamente achou uma formação. E foi bem. O CSA continua invicto no Campeonato Alagoano e empatou com o líder ASA na pontuação, perdendo apenas a posição no saldo de gols.

“O clássico é uma nova competição, vamos dizer dessa forma. Mas, primeiro, tenho que ressaltar o nosso respeito. Do outro lado tem atletas que já trabalharam comigo, do outro lado tem um grande treinador, que respeito muito, e sou muito feliz pelo livro que ele me passou. Do lado de lá tem um trabalho, tem uma equipe, e do lado de cá tem o nosso trabalho, tem a nossa equipe. O que difere, como eu disse há pouco, é que o nosso adversário já tem uma base, remanescentes, e isso facilita o processo. E nós tivemos que iniciar um processo, isso é uma dificuldade bem maior”, disse Schülle sobre a importância do confronto com o rival.