Esportes
CRB garante retorno de Olívio ainda este ano
Volante já fica à disposição da comissão técnica para os jogos oficiais em outubro
O CRB terá um reforço que deve agradar muito o torcedor. Está chegando ao fim a punição do volante Olívio, e o atleta será reintegrado ao grupo regatiano quando os treinamentos voltarem. Em entrevista no Programa Bate Bola Esportivo, da Rádio Maceió AM 1020, o presidente Marcos Barbosa, informou que o volante já fica à disposição da comissão técnica para os jogos oficiais em outubro.
Olívio foi pego no exame antidoping na partida contra o Vasco, pela Copa do Brasil de 2016, no dia 11 de maio, e foi suspenso preventivamente pelo STJD. Em seguida, o volante foi punido com um ano de suspensão pela Primeira Comissão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. O clube recorreu, mas o Pleno do STJD manteve a condenação. Insatisfeita com a punição, a Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreu ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte), pedindo o aumento da pena. Assim, o julgamento foi desfavorável no TAS, na Suíça, e jogador teve a suspensão de um ano ampliada para quatro, que termina em 2020.
Olívio chegou ao CRB no ano de 2014. Conquistou quatro títulos alagoanos, um acesso para a Série B e sempre foi considerado o melhor da sua posição em todas as competições que disputou com a camisa do Galo. Foram 150 jogos pelo Regatas.
FINANÇAS
Barbosa deu detalhes das finanças do Galo. Apesar do momento econômico difícil que o país está passando, segundo ele, o clube continua estável financeiramente e que não foi preciso antecipar nenhuma receita e nenhum recurso oriundos da Série B.
“Quero agradecer aos sócios-torcedores do CRB que continuam sendo grandes parceiros do clube nesse momento difícil que estamos passando e dizer a nossa torcida que não precisamos pedir antecipação de nenhuma cota que é destinada a Série B do Brasileiro. O CRB continua mantendo a sua estabilidade financeira”, disse o presidente.
Ele acredita que o Campeonato Alagoano seja reiniciado em junho e que a FAF fará o melhor para que nenhum clube seja prejudicado.
“A gente começa entender que dificilmente a gente vai voltar em condições normais. Por mais que a gente espere o movimento de volta, será um movimento com algumas restrições, com medidas que a gente normalmente não adota. A gente começou a olhar alguns outros documentos que têm saído, de federações e também de outros países, e percebeu que é preciso fazer algumas adequações para a nossa realidade”, disse o presidente da FAF, Felipe Feijó.
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