Esporte

27 de fevereiro de 2020 17:45

CRB e CSA emitem notas em luto à morte de Valdir Espinosa

Aos 72 anos, ele morreu após complicações de uma cirurgia no abdômen

↑ Valdir Espinosa em sua passagem pelo CRB (Foto: Reprodução)

CRB e CSA emitiram notas de pesar em luto à morte de Valdir Espinosa, que faleceu nesta quinta-feira (27) após complicações de uma cirurgia no abdômen. Ele tinha 72 anos e teve passagens no Galo como atleta nos dois clubes alagoanos durante a década de 1970. O velório acontece nesta quinta-feira, das 15h às 22h, no Salão Nobre da sede do Botafogo, clube onde teve passagem marcante como treinador.

Confira a nota do CRB

“O Presidente Marcos Barbosa e toda Nação Regatiana lamentam, com profundo pesar, o falecimento de Valdir Espinosa, 72 anos, ocorrido na manhã desta quinta-feira. Espinosa foi atleta do CRB nos anos 70 e com a camisa do Galo se consagrou Campeão Alagoano em 1976.

Valdir Espinosa foi lateral-direito com passagens em diversos clubes do futebol brasileiro. Como treinador, teve seu auge com a conquista do mundial de clubes pelo Grêmio em 1981 e ao encerrar um longo jejum do Botafogo em 1989.

Além da excelência que marcou todos os cargos que ocupou no futebol, Valdir Espinosa sempre foi uma das pessoas mais carismáticas e queridas do esporte em nosso País.

Neste momento de profunda dor e saudade, toda Nação Regatiana se une em orações com familiares e amigos do inesquecível Valdir Espinosa.”

Confira a nota do CSA

“Com muito pesar que o Centro Sportivo Alagoano lamenta o falecimento do técnico Valdir Espinosa, aos 72 anos, nesta quinta-feira (27). Valdir Atahualpa Ramirez Espinosa, natural de Porto Alegre-RS, foi jogador do Azulão na década de 70. A Diretoria Azulina, em nome de todos os colaboradores e seus torcedores, presta condolências aos familiares e amigos neste momento difícil.”

Histórico

Nascido em Porto Alegre, Espinosa começou sua carreira no futebol como jogador do Grêmio. Atuou por oito anos como profissional, passando por CSA, CRB, Esportivo e Caxias. Parou em 1978 e no ano seguinte já iniciou no cargo de treinador do Esportivo.

Desde então, construiu uma carreira sólida, com o auge em 1983, quando comandou o Grêmio campeão da Libertadores e do Mundial. Na época, o time contava com jogadores como Renato Gaúcho, De León, Paulo César Caju e Mário Sérgio.

Em 1989, Espinosa aceitou o convite do Botafogo, que não conquistava o Campeonato Carioca havia 20 anos. Com um gol de Maurício na final contra o Flamengo, o time celebrou o título invicto da competição e criou mais um momento histórico para a carreira do treinador.

Espinosa rodou o Brasil como treinador e teve experiências internacionais. Ele trabalhou no Cerro Porteño, do Paraguai, no Al-Hilal, da Arábia Saudita, e no Tokyo Verdy, do Japão. Também teve uma rápida passagem pelo Las Vegas City.

Fonte: Tribuna Hoje com Globo Esporte

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