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Sem testes: Rueda conta com "força máxima" para enfrentar a Chapecoense

Para o time que deve jogar a final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, no próximo dia 27, a única mudança é Diego Alves, que não está inscrito no torneio nacional

Por Esporte Interativo 13/09/2017 10h54
Sem testes: Rueda conta com 'força máxima' para enfrentar a Chapecoense
Reprodução - Foto: Assessoria

Três dias depois da primeira derrota em clássico no ano (e das críticas pela escolha do time titular) o Flamengo volta a campo sem poupar: a base do time da Copa do Brasil e os melhores jogadores disponíveis viajaram para enfrentar a Chapecoense. O Rubro-Negro pode jogar com: Diego Alves; Rodinei, Réver, Juan e Pará; Cuéllar, Willian Arão e Diego; Berrío, Éverton e Guerrero.

"Não gosto de mudar muito, como aconteceu contra o Botafogo, mas o Brasil tem algumas particularidades, como as distâncias, a exigência, a intensidade de jogo... Temos que assumir responsabilidades no Brasileirão, na Copa do Brasil, na Copa Sul-Americana e não podemos desgastar tanto os jogadores. O que define é o dia a dia, que nem sempre nos deixa com todos os jogadores sonhados", disse o técnico Reinaldo Rueda.

Para o time que deve jogar a final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, no próximo dia 27, a única mudança é Diego Alves, que não está inscrito no torneio nacional. O goleiro entrou no grupo que disputa a Copa Sul-Americana no lugar de Cesar.

Vale lembrar que os reforços da janela de inverno poderão jogar a Copa Sul-Americana. Além de Diego Alves, Rhodolfo, Geuvânio e Everton Ribeiro também estão à disposição. Com todo o elenco, Rueda tenta administrar os três torneios oficias que ainda tem para disputar. Ele diz: "Antes buscando um treinamento em que todos cheguem a um nível ideal. Vamos buscar essa harmonia, essa igualdade em nível esportivo. Queremos sempre apresentar a melhor escalação".

Mesmo sem admitir oficialmente, o Flamengo vem dando atenção especial para as copas, chances mais reais de sair com títulos da temporada. Desde a chegada de Rueda, o Rubro-Negro disputou três rodadas do Brasileirão e só usou "força máxima" em uma delas.