Entretenimento
Túmulo da Rainha da Sofrência vira alvo de críticas após acusação de abandono
Cantora morreu em 5 de novembro de 2021, aos 26 anos, após um acidente aéreo que comoveu o país
Uma imagem do túmulo de Marília Mendonça passou a circular nas redes sociais nos últimos dias e provocou uma onda de comentários. Parte dos internautas apontou que o espaço estaria "abandonado", levantando questionamentos sobre a conservação do local onde a cantora foi sepultada.
Marília morreu em 5 de novembro de 2021, aos 26 anos, após um acidente aéreo que comoveu o país.
Entre as reações, alguns usuários sugeriram que o fato de a mãe da artista ser evangélica poderia explicar a ausência frequente no cemitério - hipótese que dividiu opiniões. Enquanto uns afirmaram que religião não interfere em cuidado ou lembrança, outros passaram a criticar a situação do túmulo.
Nos comentários, seguidores criticaram a atitude da família. "Eu também sou evangélica, e sempre vou no cemitério no túmulo do meu irmão. Quem realmente se importa ignora a religião", escreveu uma internauta. Outra compartilhou sua experiência: "Faz quase 40 anos que a minha avó faleceu, minha mãe só tinha 14 anos na época. Até hoje o túmulo dela é limpo, arrumado e bem conservado. Amor, consideração e zelo são para além da vida!". Também houve quem pedisse empatia: "Não julguem! Só quem passa pelo luto sabe o que está no seu coração."
Diante das cobranças, Dona Ruth, mãe da cantora, já havia se pronunciado anteriormente sobre o assunto. Em seu canal no YouTube, ela revelou que é frequentemente pressionada a visitar o túmulo da filha e a demonstrar publicamente mais sofrimento. "Ficam me julgando o tempo todo, por me mostrar forte nas redes sociais, mas ninguém sabe a dor que carrego no meu coração. Prefiro chorar com Deus, porque é ele quem me dá força para continuar. As pessoas precisam entender que cada um encara o luto do seu jeito. Não fico julgando outras mães que choram mais. Só quero respeito", declarou.
Na mesma ocasião, ela explicou por que não comparece ao cemitério com frequência. "Reclamam até que não vou ao cemitério. Ficam me mandando foto do túmulo dela para falar que tenho que ir lá visitar e cuidar. Gente, foram tantas coisas para resolver e tantas responsabilidades que ganhei depois que a minha filha partiu. Fiz tudo por ela em vida. Tenho que focar no meu netinho (Léo), no meu filho (Gustavo), que estão precisando de mim", afirmou.
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