Economia

26 de abril de 2018 09:12

Alagoas deve ter o maior crescimento do PIB do agronegócio no Nordeste

Estudo revela que Estado é o grande destaque na região, com desempenho de 8,8% com renda gerada pela agricultura

↑ Agricultura familiar também tem contribuído para o crescimento do PIB agronegócio (Foto: Ronaldo Lima)

Dados levantados com base no estudo da consultoria Tendências revelam que o Alagoas é o grande destaque do Produto Interno Bruto (PIB) no agronegócio, na região Nordeste. A expectativa de crescimento em Alagoas é de 8,8% com riqueza gerada pela agricultura.

O pífio crescimento de 0,7% do agronegócio nacional em 2018, de acordo com estudo da consultoria Tendências, é influenciado pela retração na região Sul – onde o agronegócio deve encolher 5,4% este ano, após crescer 10,9% no ano passado – e na região Centro-Oeste, que em 2017 cresceu 21,9% e agora só deve crescer 0,6%.

Os números estão bem abaixo do crescimento de 13% registrados no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mesmo assim, das 27 unidades da federação, o PIB agropecuário deverá crescer em 23. Nesse cenário, Alagoas é o grande destaque na região do Nordeste.

Para o Secretário de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, Antônio Santiago, os dados revelados pela empresa de consultoria são bem representativos e demonstram que a política que vem sendo adotada pelo Governo de Alagoas para o setor agrícola de uma forma em geral tem contribuído para o bom desempenho do agronegócio.

“A atuação das atividades da agricultura familiar é um dos fatores importantes para o setor, especialmente no cultivo do feijão, arroz e mandioca em diversas regiões de Alagoas”, afirma o secretário. Segundo ele, o apoio que o Governo vem oferecendo na atividade, como transferência de tecnologia, equipamentos e assistência técnica, tem favorecido para o crescimento no Estado.

Sobre o setor sucroenergético, Antônio Santiago ressalta que em Alagoas além de grandes e médios produtores, também existem aproximadamente seis mil pequenos produtores de cana de açúcar, o que vem gerando renda, emprego e fixando o homem no campo.

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