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Lojistas do Centro de Maceió enfrentam onda de furtos de aparelhos de ar-condicionado e Aliança Comercial cobra soluções urgentes

Criminosos chegam a escalar até o sexto andar de edifícios comerciais para arrancar os equipamentos

Por Assessoria 05/08/2026 12h30
Lojistas do Centro de Maceió enfrentam onda de furtos de aparelhos de ar-condicionado e Aliança Comercial cobra soluções urgentes
Prejuízos se acumulam e, apesar de reuniões com autoridades, falta de segurança e infraestrutura persiste - Foto: Assessoria

O comércio localizado no Centro de Maceió vive dias de forte apreensão e prejuízo. Em menos de uma semana, mais de 30 aparelhos e cabos energia foram furtados nos telhados dos estabelecimentos. A ousadia dos criminosos impressiona: em alguns casos, os furtos foram registrados em andares elevados, com bandidos chegando a escalar até o sexto andar de edifícios para arrancar os equipamentos.

A situação agrava o cenário de vulnerabilidade enfrentado por quem trabalha e circula pela área central. Diante do quadro crítico, a Aliança Comercial de Maceió tem intensificado sua atuação, liderando uma luta contínua por melhorias estruturais e de segurança para o Centro, cobrando ações enérgicas do poder público.
Representantes da Aliança Comercial e lojistas já realizaram reuniões com os órgãos competentes e autoridades de segurança para apresentar o mapeamento dos crimes e exigir um plano de ação.

De acordo com o presidente da Aliança Comercial, Guido Santo, a entidade não tem medido esforços para cobrar das autoridades a atenção que o Centro de Maceió merece. “Já levamos nossas demandas de segurança e infraestrutura para as mesas de discussão, mas a resposta que recebemos nas ruas ainda é a pouco policiamento e nos dão a justificativa que faltam efetivo para realizar aa rondas", destaca a presidente.

Para presidente da entidade, além da perda material dos mais de 20 aparelhos subtraídos em poucos dias, os comerciantes lidam com a destruição de fachadas e paredes durante a retirada forçada dos equipamentos. “O impacto atinge diretamente a operação das lojas — muitas delas de pequeno e médio porte —, que sofrem para manter as portas abertas e receber clientes e colaboradores em pleno funcionamento.”, disse Guido.

A Aliança Comercial reforça que a segurança no Centro vai além da repressão ao crime, exigindo também melhorias na iluminação, revitalização urbana e policiamento ostensivo constante por parte das forças de segurança do Estado e do município.

A entidade segue mobilizada em defesa dos lojistas e reitera que continuará cobrando medidas enérgicas para que o Centro de Maceió volte a ser um ambiente seguro para o comércio e para os consumidores.