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Alagoas entra em alerta máximo para chuvas intensas; Sertão concentra maior risco

Previsão indica acumulados elevados, com possibilidade de alagamentos e deslizamentos em diferentes regiões do estado

Por Redação 31/03/2026 09h17 - Atualizado em 31/03/2026 11h09
Alagoas entra em alerta máximo para chuvas intensas; Sertão concentra maior risco
Alagoas entra em alerta máximo para chuvas intensas - Foto: Reprodução

Alagoas entrou em nível máximo de atenção para chuvas intensas, com maior risco concentrado no Sertão, segundo atualização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas. O alerta foi divulgado nesta semana e aponta para a persistência de instabilidades climáticas em todo o estado.

De acordo com a Sala de Alerta do órgão, a previsão indica volumes significativos de chuva ao longo dos próximos dias, com possibilidade de pancadas fortes acompanhadas de rajadas de vento e descargas elétricas em pontos isolados.

As condições meteorológicas devem atingir diferentes regiões, mas o cenário mais crítico é esperado no Sertão, onde há maior risco de ocorrências associadas ao grande volume de água em curto intervalo de tempo. Já áreas como Litoral, Zona da Mata e Agreste também permanecem sob monitoramento, especialmente por já registrarem solo encharcado após chuvas recentes.

Segundo técnicos da Semarh, esse acúmulo de água eleva a possibilidade de alagamentos, deslizamentos de terra e aumento no nível de rios e lagoas, principalmente em áreas vulneráveis ou com problemas de drenagem urbana.

Há ainda previsão de rajadas de vento e incidência de raios, o que amplia o risco de quedas de árvores, destelhamentos e danos em estruturas mais frágeis.

O monitoramento é feito em tempo real pelas equipes técnicas do Estado, que utilizam dados de radares meteorológicos para acompanhar o avanço das instabilidades. As imagens mais recentes já indicam a formação e deslocamento de áreas de chuva em direção ao território alagoano, com tendência de intensificação ao longo do dia.

Diante do cenário, a orientação é que a população evite áreas de risco, como encostas, margens de rios e locais sujeitos a alagamentos, além de seguir as recomendações dos órgãos de defesa civil enquanto durar o período de instabilidade.