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Servidores da Ufal cobram aprovação da LOA e cumprimento de acordos

Por Tribuna Hoje 11/03/2025 10h16 - Atualizado em 11/03/2025 14h37
Servidores da Ufal cobram aprovação da LOA e cumprimento de acordos
Técnicos administrativos e docentes se reúnem em frente ao Campus A. C. Simões da UFAL para reivindicar a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) e o cumprimento de acordos firmados na última greve - Foto: Assessoria

Nesta terça-feira, 11, os técnicos administrativos das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) paralisaram suas atividades na Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A manifestação começou às 8h da manhã, na entrada principal do Campus A. C. Simões, e tem como principal objetivo pressionar o Congresso Nacional pela aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), além de cobrar o cumprimento dos acordos estabelecidos na última greve da categoria.

A paralisação segue orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) e foi deliberada por unanimidade na assembleia realizada no último dia 27 de fevereiro.

Segundo Nadja Lopes, coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), a principal reivindicação é a liberação dos recursos previstos na LOA, fundamentais para garantir os ganhos salariais acordados após uma greve de quase 100 dias.

"O reajuste de 9% já está previsto desde janeiro, mas ainda não foi pago porque a LOA não foi aprovada. Além disso, questões como aceleração da carreira e progressão também dependem diretamente dessa aprovação", explicou Lopes. Ela destacou também que a paralisação tem caráter nacional, envolvendo diversas instituições federais em todo o país, incluindo docentes e técnicos administrativos do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e da própria Ufal.

Manifestação

A manifestação busca sensibilizar os deputados federais a darem celeridade à votação da LOA, garantindo assim os direitos dos servidores e a continuidade dos avanços na carreira. "Estamos aqui hoje para exigir que o Congresso Nacional cumpra seu papel e aprove a LOA, pois só assim teremos nossos benefícios incorporados aos salários", reforçou Nadja Lopes.

A comunidade acadêmica é convidada a se unir ao ato, em defesa de uma Educação Pública, Gratuita e de Qualidade para todos os brasileiros.