Cidades
Prefeitura sem projetos para prédios no Centro
Compra de dois edifícios custaram ao município R$ 10 mi e estão abandonados
Transcorrido mais de um ano da compra dos esqueletos dos prédios Ary Pitombo e Palmares, a Prefeitura de Maceió não apresentou nenhum projeto de revitalização para o Centro de Maceió, conforme anunciou à época da aquisição das edificações que pertenciam à União. O investimento de pouco mais de R$ 10 milhões foi feito em julho do ano passado.
Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal de Maceió, os estudos para destinação das edificações que irão integrar o Centro Administrativo do Município estão em fase de conclusão e que o poder executivo irá lançar o edital da licitação. Não foi informado prazo para a publicação oficial para a licitação.
“O trabalho vem sendo realizado de forma minuciosa, pois envolve diversas secretarias e investimentos privados”, acrescentou a prefeitura.
Em julho do ano passado, quando a compra dos prédios foi efetivada, a assessoria de comunicação da prefeitura afirmou que “a intenção é construir um centro administrativo que comportará gabinete do prefeito, secretarias municipais e órgãos da administração, agregando ainda serviços aos moradores. O complexo administrativo significa uma importante economia aos cofres públicos, com os cortes de aluguéis, além de garantir novos usos ao centro histórico da cidade. O projeto arquitetônico e a forma de execução da obra já estão sendo desenvolvidos”.
O poder executivo municipal também acompanha o registro de 33 ocorrências de imóveis públicos com características de abandono e com recomendação de demolição por parte da Defesa Civil.
“Todos são acompanhados pela Defesa Civil do município e estão no fluxo de solicitação de demolição, de acordo com o grau de risco que apresentam”, detalhou.
Prédios privados são de responsabilidade dos proprietários. Como é o caso do Hotel Atlântico, cuja responsabilidade sobre o destino do terreno, agora vazio, é dos proprietários já que o estabelecimento era privado. “À época, a Defesa Civil fez a demolição para eliminar o risco, mas a responsabilidade é dos proprietários”, explicou a prefeitura.
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