Cidades
Polícia Científica apresenta estrutura e serviços para grupo de pesquisa Gênero de Vitimologia
Progresso alagoano tem despertado interesse de entidades educacionais que solicitam visitas técnicas para conhecer o funcionamento do órgão
Nos últimos anos a Polícia Científica de Alagoas, órgão mais novo da segurança pública do Estado, vem ampliando e aprimorando as atividades desenvolvidas pelos Institutos que compõem sua estrutura. Esse salto na evolução dos serviços oferecidos, os avanços tecnológicos e os resultados dos trabalhos periciais têm ganhado destaque, chamando a atenção do sistema de persecução penal.
O progresso da Polícia Científica alagoana também tem despertado interesse de entidades educacionais que solicitam visitas técnicas para conhecer o funcionamento do órgão. Como a realizada na manhã de hoje (10), ao Instituto de Criminalística de Alagoas por um grupo de estudantes do curso de Direito da Universidade Mário Jucá - UMJ que conheceu de perto a estrutura e os serviços oferecidos pelos peritos criminais.
As seis universitárias estavam acompanhadas da professora Livya Sales, especialista em Direito e Processo Penal que atua com crimes sexuais e que coordena o Grupo Gênero de Vitimologia, do qual elas fazem parte. A professora explicou que o grupo foi criado em 2019 para realizar ações, discussões, leituras e pesquisas sobre violência de gênero, o aumento de casos e questões sobre a diversidade, com foco principal na violência contra mulher.
“Essa parceria visa promover a educação em direitos humanos e educação em gênero. E é fundamental apresentar para essas meninas que trabalham com violência contra mulher, que existe em Alagoas um órgão que contribui efetivamente para que a justiça seja feita ”, afirmou a professora Livya Sales.
Durante a visita, as estudantes conheceram os laboratórios de Documentoscopia, de Balística, de Toxicologia e Química, e de Genética Forense. No setor de perícias de crimes de informática elas foram recebidas pelo perito criminal Ivan Excalibur que destacou para o grupo o papel do Instituto de Criminalística como órgão que atua para esclarecer crimes e não como acusador.
A perita Rosana Coutinho, chefe do Laboratório Forense, foi a responsável por viabilizar a visita. Ela que já foi aluna e participou do grupo de pesquisa da universidade falou da Importância de estreitar os laços com as universidades e com os alunos do curso de Direito para que eles saibam o que a perícia possui e que eles podem fazer uso das informações contidas nos laudos perícias.
“O laudo pericial não é só para a justiça, ele é para todas as partes envolvidas no processo, tanto defesa como acusação. Ao ter acesso às informações, essas partes podem questionar, e dirimir dúvidas, então nesse sentido é bem importante que alunos que serão futuros advogados saibam que existe uma perícia oficial, que pode comprovar tecnicamente como ocorreu o crime e determinar autores no processo judicial”, explicou a perita.
Mais lidas
-
1'Personificação do karma'
Garota de Fora: Recomeço é a nova aposta de dorama de suspense na Netflix
-
2Quem sai?
Big Brother Brasil 26: enquete atualizada aponta rejeição de ex-favorito em 8º Paredão
-
3Alagoano
ASA 1 x 1 CRB: time regatiano é 1º penta e faz história
-
4Início em abril
ASA, CSA e CSE enfrentarão em seu grupo da Série D três times baianos
-
5'The Whole Bloody Affair'
Sangue, katana e 5 horas de ação: novo 'Kill Bill' estreia nos cinemas



