Cidades

13 de janeiro de 2022 14:04

Patrulha Maria da Penha garante proteção a quase 1.500 mulheres em Alagoas

Equipes da PMP visitam as assistidas periodicamente e fiscalizam o cumprimento de Medidas Protetivas de Urgência

↑ Patrulha Maria da Penha garante proteção a quase 1.500 mulheres em Alagoas (Imagem: Ascom PMAL)

O programa Patrulha Maria da Penha, executado por militares da Polícia Militar de Alagoas, encerrou o ano de 2021 com uma forte atuação, atendendo a quase 1500 mulheres vítimas de violência doméstica.

A Patrulha Maria da Penha é um projeto elaborado em conjunto pelo Governo do Estado de Alagoas, por meio das Secretarias Estaduais da Mulher e dos Direitos Humanos e da Segurança Pública (SSP), pelo Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública de Alagoas, nascendo no dia 02 de abril de 2018.

Em 2021, foram encaminhadas para a Patrulha Maria da Penha, 724 novas assistidas para terem suas medidas protetivas de urgência fiscalizadas, sendo 478 assistidas em Maceió e 246 em Arapiraca. Registrando, assim, o aumento de 36,86%, em comparação a 2020, no número de agressores afastados de suas vítimas em Alagoas.

No mesmo período, foram registradas 96 prisões por descumprimento da decisão judicial ou em flagrante delito por violência física (Lesão corporal dolosa) ou Ameaça (62 em Maceió e 34 em Arapiraca). Aumento de 152,6%% em relação a 2020 e de 1.100% em comparação a 2019, período anterior ao isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Nesses quase quatro anos de atuação, 1.490 mulheres estão ou já estiveram sob a proteção da Patrulha Maria da Penha (PMP) em Alagoas, sendo 1.069 assistidas em Maceió e 421 em Arapiraca.

“Os policiais militares da PMP realizam visitas periódicas na residência das assistidas, a fim de fiscalizar e garantir o cumprimento das medidas protetivas de urgência que foram deferidas e encaminhadas pelo Poder Judiciário”, explica a Major Danielli Assunção, que comanda a Patrulha em Maceió.

“Em 2021, foram realizadas mais de 18 mil visitas fiscalizatórias, o que acarretou em 96 prisões e que, consequentemente, garantiu o dado que mais nos motiva diariamente: manter em zero o número de feminicídios e reincidência de violência doméstica. Além disso, a forte atuação em prevenção resultou em 63 palestras e capacitações em todo o Estado”, contabiliza a oficiala.

 

Fonte: Ascom PMAL

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