Cidades

19 de junho de 2021 12:20

Manifestantes em Maceió destacam a importância deste momento para o país

O ato foi concluído por volta das 12h15 e conforme a organização, foram mais de oito mil pessoas, superando a expectativa do ato do dia 29 de maio último. 

↑ Rilda Aves, da CUT/AL, chamou atenção para as mais de 500 mil vidas ceifadas no Brasil pela Covid-19 (Foto: Edilson Omena)

Manifestantes durante o ato Fora Bolsonaro em Maceió destacam a importância deste momento para o país.  Rilda Alves, presidente da CUT/AL, afirma que o momento desta manifestação ficará na história do país. O ato foi concluído por volta das 12h15 e conforme a organização, foram mais de oito mil pessoas, superando a expectativa do ato do dia 29 de maio último.

Durante o ato, os participantes responsabilizaram o Governo Federal pelas mortes causadas pela covid-19.

“Estamos aqui na capital representando todos os municípios alagoanos e esta é uma forma do trabalhador dizer fora a este governo genocida, que a cada dia tem proporcionado cada vez mais mortes no Brasil, já são mais de 500 mil vidas ceifadas no Brasil pela Covid-19 por causa da irresponsabilidade do atual presidente da república”, destacou Rilda.

Paulo Falcão, coordenador SCP da Conlutas, enfatizou que hoje é o maior dia de luta que os alagoanos participam para combater a falta de políticas públicas do governo. “A classe trabalhadora vem construindo uma unidade de luta não apenas contra o governo genocida, machista, racista e que maltrata quem pensa diferente dele. É por conta disso que estamos nas ruas para garantir nossos direitos”, desabafou.

Paulo Falcão, coordenador SCP da Conlutas (Foto: Edilson Omena)

Fernanda Santos, integrante das Mulheres do PSol, falou da importância desse momento. “Quero dizer que o motivo de sairmos para rua é porque o Fora Bolsonaro é negacionista, negou 130 milhões de doses e resultou na morte de quase 500 mil pessoas no país, além do alto índice de desemprego do País,. Por isso estamos gritando o fora bolsonaro. Ele é responsável por esse descaso. Não podemos esperar só em 2022, precisamos resolver essa situação agora”.

O representante da União Nacional dos Estudantes (UNE), Alex Santos, disse que movimento nunca se colocou fora da luta e colocou que o movimento segue lutando contra os mando e desmandos do governo. Ele pediu para que os estudantes fiquem à frente da vanguarda e continuem na luta por direitos não só por ele.

O estudante também citou que fascismo é nazismo não é luta e pediu ainda emprego e condições de assistência estudantil para que os estudantes filhos de domésticas, pequenos agricultores e famílias de vulnerabilidade permaneçam na universidade.

Rafael Machado, do Movimento Nacional da População de Rua (MNPR/AL), salientou que a razão de estarem todos undos nas ruas no dia de hoje é para justamente dá um basta no atual governo que vem deslegitimando as políticas públicas.

Rafael Machado, do Movimento Nacional da População de Rua (MNPR/AL) l Foto: Edilson Omena

“Este governo é pior do que o vírus, ele mata por não investir nas políticas públicas e não ter diálogo com a sociedade civil apenas com o foco na privatização”, lembrou. “Então chega de tantos blá, blá, blás, porque precisamos de ações concretas e fora Bolsonaro”, completou.

 

 

 

Fonte: Tribuna Hoje / Texto: Ana Paula Omena l Lucas França

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