Cidades

30 de setembro de 2020 12:13

Centro de acolhimento Ezequias Rocha Rego necessita de doações para reformas

Entidade criada pelo Grupo Gay de Alagoas servirá de abrigo para a população LGBTQ+ vulnerável de Alagoas.

↑ Foto: Assessoria

O prédio do futuro Centro de Acolhimento Ezequias Rocha Rego (CAERR), projeto voltado a abrigar a população LGBTQ+ Alagoana em situação de vulnerabilidade, necessita de doações para reformas em sua estrutura interna e externa.

Situado por trás do Museu Théo Brandão, no centro de Maceió, o local encontrava-se abandonado e foi negociado pelo presidente Grupo Gay de Alagoas (GGAL), Nildo Correia, para se tornar a sede da ação beneficente em prol da comunidade. Contudo, para esse sonho se tornar realidade, será necessário uma reforma geral em toda a parte hidráulica e elétrica da edificação.

“O espaço estava fechado, foi invadido por uma população de rua. Eu consegui localizar o proprietário e negociei com ele de nós mesmos nos comprometermos com a reforma. O espaço é muito bom, possui oito quartos, três salas, garagem, duas cozinha e um espaço amplo para atividades externas’, disse Nildo.

Além da reforma, será preciso também uma boa limpeza na casa. Por isso, o GGAL pede auxílio por parte da população para a arrecadação de fundos necessários para que o projeto vá para frente.

Os interessados em realizar doações em dinheiro, ou a doação de materiais construção ou limpeza, poderão entrar em contato através do número 82 99644-1004 ou acessando o link https://docs.google.com/forms/d/1k0jkUrr5QvXGgNe5pvtOPfvgrBLnB_PR8Cu8r9gJKNc/viewform?edit_requested=true . Interessados em se tornar voluntários ou doadores mensais, também podem se inscrever, utilizando este endereço https://docs.google.com/forms/d/1iTXw6K1AiErcHEE-_jkkGqiTeIX8XEdnQ5eGbNlXLYU/viewform?edit_requested=true

De forma emocionada e sem perder as esperanças, Nildo Correia, alega que finalizar as reformas no espaço é um desafio a ser superado, contudo, com a ajuda dos voluntários do projeto, o presidente do GGAL demonstra confiança na inauguração da casa.

“Não será fácil, o espaço está muito deteriorado e precisará de uma boa reforma. Até o momento contamos com mais de 60 profissionais envolvidos na ação, das profissões mais diversas, de médicos à professores. Há muita gente confiante e torcendo pelo nascimento do CAERR, que chega com o propósito de se tornar a maior ferramenta de transformação social em prol de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais , pessoas vivendo com HIV/AIDS e outros marginalizados e excluídos pela sociedade”, comentou.

Fonte: Assessoria

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