Cidades

12 de agosto de 2020 15:18

Juíza Carolina Valões capacita farmacêuticos sobre combate à violência doméstica

Major Danielli Assunção, responsável pela Patrulha Maria da Penha, também conduzirá o treinamento

↑ Foto: Divulgação

A magistrada Carolina Valões, integrante da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), e a major Danielli Assunção, responsável pela Patrulha Maria da Penha, capacitarão, na próxima segunda-feira (17), das 20h às 22h, trabalhadores de farmácias que aderiram à campanha Sinal Vermelho.

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Segundo a juíza Carolina Valões, o webinário “Violência doméstica contra a mulher e a campanha Sinal Vermelho” também visa discutir ações de acolhimento para a mulher após a denúncia. ?Não basta a gente trabalhar tão somente com a ampliação do canal de denúncia, de nada adianta nós ampliarmos as possibilidades da vítima denunciar se tudo que vier depois disso não estiver funcionando?, explicou.

Ainda de acordo com a magistrada, é fundamental a ampliação do canal de atendimento das denúncias. ?No webinário, a gente vai falar um pouco sobre a violência doméstica, no que consiste na campanha do CNJ e o que vem para além disso que é justamente para ampliação do 190?.

A major Danielli Assunção orientará os trabalhadores das farmácias que aderiram à campanha como eles devem realizar o atendimento das vítimas que pedirem ajuda e realizar as denúncias de violência.

Para o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), desembargador Tutmés Airan de Albuquerque, a violência doméstica é uma das mais covardes que existem e deve ser combatida pelo Poder Público, por meio de campanhas como esta, e pela própria sociedade. ?O engajamento dos profissionais do ramo farmacêutico contribui e muito para que a gente livre muitas mulheres de seus agressores?, afirmou.

A campanha Sinal Vermelho, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com a Associação Brasileira de Magistrados (AMB), foi lançada em junho deste ano com o objetivo de combater a violência doméstica contra a mulher por meio da colaboração de farmácias. As vítimas podem fazer um ?X? vermelho com batom na palma da mão e mostrar para os atendentes de farmácias, que acionarão a polícia.

Fonte: Dicom TJAL

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