Cidades

13 de dezembro de 2019 16:12

SBR/Pfizer: Tribuna conquista mais um prêmio nacional de jornalismo

Repórter Ana Paula Omena participou de cerimônia nesta sexta-feira (13) em São Paulo

↑ Ana Paula Omena ficou com o segundo lugar em mídia online no prêmio nacional SBR/Pfizer de Jornalismo (Foto: Divulgação)

O Portal de Notícias Tribuna Hoje conquistou mais um prêmio nacional de jornalismo, desta vez na área da saúde. A repórter Ana Paula Omena levou o segundo lugar, na categoria mídia online do Prêmio SBR/Pfizer, que está em sua 4ª edição. A cerimônia de premiação aconteceu nesta sexta-feira (13) em São Paulo. Mais de 70 trabalhos foram inscritos este ano de jornalistas de todo o país.

A reportagem contou histórias de pacientes reumáticos, que mudaram de vida após os encontros mensais no Hospital Universitário (HU), na capital de Alagoas, Maceió, a partir de profissionais que levam informações e tratamento clínico aos portadores por meio de uma equipe multidisciplinar oferecendo serviços ambulatoriais, enfermagem, centro de infusão e grupo de apoio.

Pacientes reumáticos têm vida transformada por encontros mensais em Alagoas

Esta é a quarta vez que a Tribuna ganha prêmios nacionais recebidos pelas mãos da repórter Ana Paula Omena. O último foi ano passado em Canoas no Rio Grande do Sul, onde a profissional conquistou o terceiro lugar no Prêmio Massey Fergusson com a matéria “A grande chance: assentados da reforma agrária se preparam para entrar na Universidade”.

Jorgraf conquista premiação nacional

Os outros dois méritos foram em 2015 e 2017, ambos de 1° lugar no Prêmio Abracopel de Jornalismo em São Paulo, cujos temas dos trabalhos inscritos foram: “Alagoas é líder no ranking em mortes por choque elétrico no Nordeste” e “Quase 1.900 estudantes ficam sem aula por risco de choque elétrico”. A repórter também ficou entre os finalistas do Prêmio Fenacor de Jornalismo em 2017 no Rio de Janeiro.

Para a jornalista é uma honra poder compor a lista de finalistas e ganhar uma premiação onde se dissemina informação e conhecimento sobre as doenças reumáticas. “Ter seu trabalho reconhecido é muito gratificante, e um prêmio como este, nos estimula a escrever ainda mais reportagens sobre o tema ainda desconhecido no país, para se ter uma ideia, são mais de 120 tipos de doenças reumáticas, tem muito a explorar ”, frisou.

“É mais um resultado positivo para Cooperativa de Jornalistas e Gráficos de Alagoas (Jorgraf) ter conquistado o segundo lugar no quarto Prêmio Nacional SBR/Pfizer de Jornalismo, desta vez através do portal tribunahoje.com, com a matéria: “Pacientes reumáticos têm vida transformada por encontros mensais em Alagoas” de autoria da jornalista Ana Paula Omena, mostrando que o trabalho ético e competente praticado em nossos veículos de comunicação são princípios fundamentais para o êxito profissional” afirmou o diretor administrativo e financeiro da Jorgraf, Flávio Peixoto.

DUAS ETAPAS

Com um critério diferenciado, este concurso teve duas etapas. Na primeira, coube aos cinco jurados técnicos, – sendo três médicos especialistas em Reumatologia, reconhecidos nacionalmente e indicados pela Sociedade Brasileira de Reumatologia, e dois ligados à área de comunicação ou pesquisa científica, – a validação dos trabalhos inscritos, nos termos do regulamento, e atribuição de nota para seleção dos finalistas.

O júri avaliou quesitos, como criatividade; pesquisa do tema; números e dados estatísticos apresentados; e impacto para o público em geral quanto à conscientização e educação com pontuação de 0 a 5 e avaliação final para cada membro. Posteriormente foi feita a somatória das notas de cada jurado para cada trabalho, obtendo assim a nota final.

CLASSIFICAÇÃO

Os três melhores trabalhos avaliados pelo júri técnico em cada categoria foram classificados para a segunda etapa, uma nova votação, só que desta vez, aberta ao público na página do prêmio SBR/Pfizer.

PAPEL DA IMPRENSA

Sobre o papel da imprensa, a SBR e a Pfizer entendem que o trabalho jornalístico tem valor inestimável no atual contexto das doenças reumáticas: são enfermidades degenerativas, sem cura, e que podem causar danos irreversíveis. Mas o diagnóstico preciso e rápido possibilita atrasar o avanço dessas doenças, por meio de tratamentos capazes de aliviar os sintomas e de proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes.

DADOS

Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), as doenças reumáticas afetam aproximadamente 15 milhões de brasileiros e podem se manifestar em pessoas de qualquer idade, até mesmo em recém-nascidos. Existem mais de 120 tipos de enfermidades nessa categoria, que podem prejudicar o sistema musculoesquelético por meio de inflamações ou de degenerações.

Fonte: Tribuna Hoje

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