Cidades

17 de junho de 2019 11:02

Arquivo Público promove 33ª edição do Chá de Memória discutindo religiosidade

Evento terá como palestrantes Padre Manoel Henrique e professor Álvaro Queiroz

↑ Arquivo Público de Alagoas chega à 33 edição do Chá de Memória nesta terça-feira (Foto: André Palmeira)
Com o tema “Aspectos da História Religiosa Alagoana – 200 anos da Paróquia da Catedral de Maceió”, o Arquivo Público de Alagoas (APA) — órgão pertencente ao Gabinete Civil — promove a 33ª edição do já tradicional Chá de Memória. O evento ocorre nesta terça-feira (18), às 16h, na sede do APA, em frente ao Porto de Maceió, em Jaraguá, com entrada gratuita e direito a certificado de participação.

Desta vez, o Chá oferecerá ao público uma vasta visão do universo religioso alagoano, com palestras do padre Manoel Henrique de Melo Santana, e do professor Álvaro Queiroz.

Na ocasião, os palestrantes farão o lançamento e relançamento, respectivamente, das obras “A Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres de Maceió”, de Álvaro Queiroz, e de “Uma Análise Simbólica de Mitos, Ritos e Prédicas da Religiosidade Popular”, de Manoel Henrique de Melo Santana, as duas produzidas pela Editora do Centro Universitário Cesmac.

O padre Manoel Henrique Melo de Santana dá uma pequena pincelada sobre o tema que irá abordar no Chá de Memória. “O mês de junho para a Igreja Católica é um mês muito especial, porque tem um aspecto familiar muito forte com a celebração da festa junina, ao homenagear três santos bem populares. Santo Antônio, o santo casamenteiro e dos namorados; São João, que nos lembra  as comidas típicas, as danças; e São Pedro, que nos remete às procissões a tradição da família em louvar a Deus através da procissão”, ressalta Manoel Henrique.

Para a superintendente do APA, Wilma Nóbrega, a 33ª edição do Projeto Chá de Memória cumpre uma das principais missões do Governo Renan Filho: aproximação com a sociedade, trazendo à tona diversos temas de interesse da sociedade alagoana.  “Com esse tema, esperamos contemplar um público ávido por informações no campo da religiosidade, que se constitui como um dos aspectos mais fortes das tradições nordestinas e, por tabela, do povo alagoano”, ressalta.

Três milhões de documentos

O APA completou recentemente 57 anos de existência e dispõe de um acervo de fotografias, mapas, jornais, cartões postais e uma gama de documentos que compõem as memórias e registros do povo alagoano, armazenados em uma das mais importantes instituições públicas do Estado, responsável por resguardar e preservar a reminiscência administrativa e histórica da população e que hoje salvaguarda cerca de 3 milhões de documentos.

Os documentos abrigados pelo APA ocupam um dos armazéns antes pertencente à Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), no bairro do Jaraguá, em Maceió. Com salas modernas e ambientes climatizados, o Arquivo oferece aos diversos públicos, especialistas e curiosos, o direito à informação histórica, cultural e social não somente de Alagoas, como também de todo o país.

Fonte: Assessoria l Texto de Wellington Santos

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