Cidades

25 de março de 2019 15:48

Chá de Memória chega a 30 edições abordando políticas afirmativas na medicina e educação

Evento ocorre nesta quarta-feira (27), às 16h, na sede do APA, em Jaraguá

↑ Evento Chá de Memória, que chega à sua 30ª edição, tem levado debates de interesse da sociedade alagoana (Foto: Felipe Brasil / Agência Alagoas)

O Arquivo Público de Alagoas (APA) – órgão pertencente ao Gabinete Civil – chega à 30ª edição do já tradicional Chá de Memória. O evento ocorre nesta quarta-feira (27), às 16h, na sede do APA, em frente ao Porto de Maceió, em Jaraguá, com entrada gratuita.

Nesta edição, a convidada será a professora-doutora Juscyney Carvalho Santana, que abordará o tema “Tem preto de jaleco branco? Reflexões sobre as políticas afirmativas na educação superior e a persistência das desigualdades sociais e técnico-raciais na formação médica em Alagoas”.

Para o secretário-chefe do Gabinete Civil, Felipe Cordeiro, realizar a trigésima edição do Projeto Chá de Memória é sem dúvida uma grande satisfação para a equipe do Arquivo Público. “É uma das ações de fomento ao conhecimento da nossa história e o despertar do sentimento de alagoanidade”, ressalta Cordeiro

Desde outubro de 2016, mensalmente são realizados encontros com personalidades de vários segmentos, abordando temas das mais diversas áreas que vêm despertando o interesse de um grande público dos mais variados níveis do conhecimento.

“São tantas as demandas que temos agenda fechada até o próximo ano, com parceiros e profissionais do poder público e privado. Temas sobre religiosidade alagoana, gastronomia, arquitetura, música, artes plástica e muito mais tem sido o nosso foco. Além de abrir as portas para a sociedade, o APA também se moderniza para oferecer melhores serviços aos pesquisadores e caminhar par e passo com entidades afins”, destaca a superintendente do APA, Wilma Nóbrega.

Avanços

Recentemente, por conta dos 57 anos completados pelo APA, houve o lançamento do catálogo de um dos acervos fotográficos mais valiosos com as imagens do fotógrafo Luiz Lavenére, cujos negativos em vidro são únicos e pertencem ao Arquivo Público, agora, disponíveis para os alagoanos.

Além de promover debates e discutir os aspectos históricos de Alagoas, o Arquivo Público também avançou no sentido tecnológico e de abertura da pesquisa, com um avanço no fomento à pesquisa e a implementação de uma política permanente de conservação, preservação e restauro de seu acervo.

Fonte: Agência Alagoas / Texto: Wellington Santos

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