Cidades

22 de janeiro de 2018 17:03

Incêndio em residência de Rio Novo deixa seis vítimas, duas delas com queimaduras

De acordo com moradores do bairro, mulher esqueceu uma panela no fogo ligado

↑ Vítima foi levada para o HGE, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos (Foto: Sandro Lima / Arquivo)

Na tarde desta segunda-feira (22), um incêndio em uma residência no bairro de Rio Novo, em Maceió, deixou seis vítimas, duas delas crianças com queimaduras nos membros inferiores. De acordo com informações repassadas por moradores da localidade ao Corpo de Bombeiros, a mãe das crianças teria deixado uma panela no fogo e acabou dormindo. Mesmo com o incêndio que atingiu o sofá da residência, a mulher não acordou. No total, foram seis vítimas levadas ao Hospital Geral do Estado (HGE).

A mãe e duas crianças foram transportadas por uma viatura até o trevo da antiga Polícia Rodoviária Federal. De lá, uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) interceptou estas vítimas e as encaminhou ao HGE.

Duas vítimas foram socorridas após entrarem na residência para ajudar a família. Ambas inalaram fumaça. Uma foi levada por uma viatura de socorro dos Bombeiros e outra por uma Unidade de Suporte Básico do Samu.

Quando as guarnições do Corpo de Bombeiros chegaram à casa, o fogo havia sido controlado. O incêndio se concentrou no sofá e foi apagado pelos populares.

O HGE divulgou em boletim o estado de saúde das vítimas. Confira:

Micaele da Conceição, de 26 anos, inalou fumaça do incêndio e está na área vermelha em estado estável.

Duas crianças, uma de quatro anos e outra de três sofreram queimaduras nos membros inferiores e estão no Centro de Tratamento de Queimados com estado estável.

Aloísio Semeão de Lima, de 49 anos, sofreu ferimento corto-contuso na mão direita. Ele está na área vermelha em estado estável.

José Iratan Jacinto Soares, também de 49 anos, inalou fumaça do incêndio e está na área vermelha em estado estável.

Uma criança de 12 anos inalou fumaça do incêndio e está na observação pediátrica em estado estável.

Fonte: Tribuna Hoje / Texto: Bruno Martins

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