Cidades

11 de janeiro de 2018 08:50

Sindpol realiza ato público contra a perseguição sindical ao seu presidente

Ricardo Nazário será ouvido novamente pela Corregedoria de um suposto crime de desacato na Delegacia de União dos Palmares, que virou sindicância. 

↑ Ricardo Nazário defende união dos policiais para barrar proposta (Foto: Ascom/Sindpol)
A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) realiza ato público, a partir das 9 horas, em frente à Corregedoria de Polícia, no Poço, nesta quinta-feira (11), contra as perseguições sofridas pelo presidente do Sindpol, Ricardo Nazário. Haverá café da manhã no local.
Ricardo Nazário será ouvido novamente pela Corregedoria de um suposto crime de desacato na Delegacia de União dos Palmares, que virou sindicância.
A Delegacia Geral também havia designando dois delegados especiais para apurar o caso. Tal medida foi vista como absurdo pelo Sindpol. A instituição policial não deveria ter determinada a instauração de inquérito policial porque a própria Corregedoria de Polícia já estava investigando o caso.
O Ofício nº 200/2017/GD-11º DRP do delegado de União dos Palmares ao Gerente de Polícia Judiciária da Área 2 originou o inquérito. No documento, revela que o sindicalista havia tomado as chaves da carceragem da Delegacia de União dos Palmares de um agente administrativo e teria aberto as celas, colocando em risco todos na delegacia. Contrariando a manipulação das informações do delegado de União dos Palmares, o presidente do Sindpol mostrou as imagens da TV Pajuçara, que comprovaram que o agente administrativo abriu a carceragem.
Para o Sindpol, a Delegacia Geral deveria estar empenhada nos esclarecimentos de centenas de homicídios, que os familiares não conseguem resposta do Estado de quem matou seus parentes. O presidente do Sindpol cita também os crimes que tiveram como vítimas policiais civis, como são os casos do policial José Santos e da policial Amélia Dantas, que até hoje estão impunes.

Fonte: Assessoria

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