Brasil
Delegado processa Deolane e pede R$ 81 mil em danos morais
Influenciadora questiona autenticidade de vídeos anexados à ação e pede que a Justiça rejeite a cobrança de R$ 81 mil por danos morais
Deolane Bezerra apresentou sua defesa no processo movido pelo delegado Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Souza, da Polícia Civil de Pernambuco. O policial, responsável pelo inquérito da Operação Integration, em 2025, entrou com a ação após declarações públicas da influenciadora sobre sua atuação profissional. A contestação foi anexada ao processo em 1º de outubro.
O delegado acusa Deolane de ter feito afirmações ofensivas ao classificá-lo como responsável por "abuso de autoridade" e por uma "prisão criminosa e ilegal". Diante das declarações, ele alegou ter sido alvo de calúnias e solicitou uma indenização de R$ 81 mil por danos morais.
Na resposta apresentada à Justiça, a influenciadora contestou a falta de provas que, segundo ela, confirmem as declarações atribuídas a ela. Deolane também questionou os vídeos apresentados pelo delegado, alegando que os arquivos aparentam ter sido editados. Por isso, defendeu a realização de uma perícia técnica para verificar a autenticidade e a integridade das gravações.
A defesa também negou que a famosa tenha realizado uma transmissão ao vivo nos termos descritos pelo autor da ação. Deolane sustentou que, mesmo se o conteúdo audiovisual for considerado legítimo, suas manifestações representaram críticas à condução do inquérito policial, e não uma tentativa deliberada de atingir a honra do delegado. Ela argumentou que suas falas estão protegidas pela liberdade de expressão.
Outro ponto levantado pela influenciadora foi a ausência de comprovação de danos psicológicos ou de prejuízos aos direitos da parte autora que justifiquem a indenização solicitada. Deolane ainda afirmou que o delegado estaria tentando restringir suas manifestações por considerá-la "uma desafeta".
Em um dos trechos mais contundentes da contestação, declarou que, se as falas realmente tivessem abalado emocionalmente Paulo, ele "não poderia exercer o cargo de delegado, que demanda maior fortitude mental".
Mais lidas
-
1Política
Orla de Maceió reúne manifestantes em ato de apoio a Lula
-
2Em agosto
TRE/AL alerta: prazo para solicitar voto em trânsito no segundo turno já terminou
-
3Chantagem, vídeo vazado e paranoia
Série ‘Dentro do Círculo’ vai fazer você desconfiar dos seus melhores amigos
-
4Intubado
Segurança de Deolane Bezerra é internado às pressas em estado grave após sofrer convulsão
-
5Crise sem fim!
Fábio Faria realmente traiu Patrícia Abravanel? Veja as polêmicas do marido da filha de Silvio Santos





