Brasil
Polícia mineira nega que tenha havido falha de segurança
PM informou ainda que, inicialmente, o autor alegou questões pessoais para o ataque, mas as declarações seriam feitas à Polícia Federal
A Polícia Militar mineira negou nesta quinta-feira (6) que tenha havido falha de segurança durante ao ataque a faca contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).
"O suspeito foi imediatamente contido e preso pela Polícia Federal, que fazia a segurança do candidato. Diante do tumulto, a Polícia Militar ajudou a Polícia Federal e conseguiu arrecadar a faca. O autor foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal", disse o coronel Nocelli, comandante da 4ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais.
A PM informou ainda que, inicialmente, o autor alegou questões pessoais para o ataque, mas as declarações seriam feitas à Polícia Federal, que ainda iria apurar outras possíveis motivações. Também não foi informado se o homem possuiria vínculos com algum partido político."A princípio, pelo que apuramos, este cidadão agiu isoladamente", pontuou Nocelli, que não considerou ter ocorrido falha na segurança. "O número de presentes era muito grande. Então, a Polícia Federal teve uma resposta oportuna e rápida."
Informações de pessoas ligadas ao PSL, partido de Bolsonaro, afirmaram que o deputado havia sido orientado por setores de inteligência a não fazer o trajeto a pé, mas que o próprio candidato haveria decidido caminhar entre seus apoiadores, que compareceram em grande número ao Centro de Juiz de Fora. A PM não fez estimativa do número de pessoas que participavam da concentração.
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