Brasil

17 de março de 2017 07:38

Procura por vacina de febre amarela causa longas filas em posto no Rio

Nesta quinta, Rio recebeu 1 milhão de doses da vacina. Fiocruz está analisando exames para confirmar mortes de macacos por febre amarela.

A Procura pela vacinação contra a febre amarela continua no Rio de Janeiro. Na manhã desta sexta-feira (17), duas horas antes da abertura do Centro Municipal de Saúde Heitor Beltrão, na Tijuca, Zona Norte, muitas pessoas já esperavam na fila que ocupava um quarteirão da Rua Desembargador Isidro, na frente do posto.

Como mostrou o Bom Dia Rio, algumas pessoas que aguardavam na fila já tinham ido até o local na quinta, mas não conseguiram tomar a vacina. O posto está distribuindo 80 senhas de manhã e 80 senhas à tarde. A vacinação começa às 8h.

Nesta quinta-feira (16), o Rio de Janeiro recebeu 1 milhão de doses. Até esta sexta, há 36 casos suspeitos de febre amarela no estado. Dois desses casos foram confirmados.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, está analisando o resultado dos exames referentes a causa da morte de macacos encontrados em diferentes pontos do município em outubro de 2016. A Secretaria de Estado de Saúde informou, na quinta-feira (16), que recebeu, na última semana, os resultados dos exames dessas amostras encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas, no Pará, mas que os resultados ainda são inconclusivos e, por isso, aguarda a análise que está sendo conduzida pela Fiocruz.

“A SES esclarece que até o momento, não há resultado conclusivo que confirme a morte de primatas por febre amarela no estado. A secretaria tem compromisso em comunicar, com absoluta transparência, todas as informações de saúde pública referentes a testes, seja em primatas ou humanos, tão logo tais exames sejam definitivamente concluídos”, informou a Secretaria em nota.

Dois casos de febre amarela confirmados no estado

Na quarta-feira (15) foram confirmados os dois primeiros casos de febre amarela silvestre com transmissão dentro do Estado do Rio de Janeiro, desde a notificação dos primeiros casos em humanos em Minas Gerais. A Secretaria Estadual de Saúde também confirmou que um dos casos confirmados foi o de Watila Santos, de 38 anos, que morreu no sábado (11).

Fonte: G1

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