Brasil

Escritor e roteirista, Max Mallmmann morre de câncer aos 48 anos

Gaúcho foi redator de "Coração de estudante" e "Malhação", entre outros

Por G1 04/11/2016 17h14
Escritor e roteirista, Max Mallmmann morre de câncer aos 48 anos
Reprodução - Foto: Assessoria

O escritor e roteirista Max Mallmmann morreu nesta sexta-feira (4) aos 48 anos, no Rio, informou a editora Rocco em comunicado. A causa da morte, segundo a editora, foi complicações decorrentes de um câncer, com o qual foi diagnosticado setembro de 2015.

O velório está marcado para 11h deste sábado (5) no Memorial do Carmo, no Rio.

Na TV Globo, o autor trabalhou como redator nas equipes das novelas "Coração de estudante", de Emanuel Jacobina, e "Malhação", além das séries "Carga pesada" e "A grande família".

Na literatura, sua estreia foi "Confissão do minotauro" (1989). Pela Rocco, lançou "Síndrome de quimera", que foi finalista do Prêmio Jabuti, e "Zigurate – Uma fábula babélica" (2003). Também publicou a série "O centésimo em Roma" (2010) e "As mil mortes de César" (2014).

Veja o comunicado na íntegra:

Faleceu nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, aos 48 anos, o escritor e roteirista Max Mallmann. Nascido em Porto Alegre, Mallmann vivia no Rio de Janeiro desde 1998 e era casado com a também escritora Adriana Lunardi. Roteirista da TV Globo, fez parte do time de redatores da novela Coração de estudante e de séries como Malhação, Carga Pesada e A Grande Família. Ultimamente, trabalhava no roteiro da série Ilha de ferro. Estreou na literatura pouco antes de completar 21 anos, com Confissão do Minotauro (IEL/IGEL 1989). Pela Rocco, publicou Síndrome de quimera, finalista do prêmio Jabuti, e Zigurate – Uma fábula babélica (2003), além da série O centésimo em Roma (2010) e As mil mortes de César (2014), que acompanha a saga do anti-herói Publius Desiderius Dolens na Roma antiga. Baseada em ampla pesquisa, a série se filia ao romance histórico, mas flerta também com o gênero de ação e aposta numa narrativa cheia de ironia e humor. Esses últimos, aliás, eram uma marca registrada de Max Mallmann, que além de aficionado pela história do Império Romano, era dono de um senso de humor singular.