Saúde
Sesau lança o Programa Alagoas Vigilante para os 46 municípios da II Macrorregião de Saúde
A iniciativa visa fortalecer a vigilância em saúde e qualificar as ações nos municípios no Agreste, Sertão e Baixo São Francisco
Com o objetivo de fortalecer e qualificar as ações de vigilância em saúde em Alagoas, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) lançou, nessa quarta-feira (6), o Programa Alagoas Vigilante para os 46 municípios da II Macrorregião de Saúde. O evento ocorreu no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Arapiraca e reuniu coordenadores das Vigilâncias Epidemiológica, de Endemias, Ambiental, Sanitária e da Atenção Primária à Saúde (APS) do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco.
O Alagoas Vigilante foi criado pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa) e busca qualificar as ações de vigilância dentro dos municípios, com foco na integração entre as vigilâncias e, principalmente, com a Atenção Primária, com foco no fortalecimento do cuidado ao cidadão.
O programa também atua como um espaço permanente de atualização técnica, integração institucional e fortalecimento das ações de vigilância em saúde no estado.%20(2).png)
A secretária executiva de Vigilância em Saúde da Sesau, Thalyne Araújo, destacou que a iniciativa foi estruturada como um espaço contínuo de qualificação técnica, integração entre instituições e fortalecimento das ações de vigilância em saúde no Estado.
"O programa aborda temáticas estruturantes para a vigilância em saúde, incluindo doenças transmissíveis, doenças não transmissíveis, saúde do trabalhador, preparação e resposta a surtos e emergências em saúde pública, reunindo profissionais, gestores, pesquisadores e representantes institucionais dos níveis municipal e estadual", descreveu.
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Durante o lançamento, os profissionais participaram de uma mesa redonda sobre doenças tropicais negligenciadas, bem como, os desafios da Vigilância em Saúde no território alagoano. Eles também acompanharam palestras sobre arboviroses e a preparação para a temporada de aumento de casos, mudanças climáticas e o aumento de casos de acidentes com escorpiões. Além dos fatores de risco da leptospirose e as novas tecnologias para o controle do Aedes Aegypti.
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