Saúde
Caso de engasgo em Maceió reforça debate sobre preparo para emergências
Morte de criança acendeu o alerta
A morte de um menino de cinco anos, após um episódio de engasgo em uma loja em Maceió, reacendeu um debate urgente: a importância do preparo para situações de emergência em locais com grande circulação de pessoas. A fatalidade, que comoveu a capital alagoana, evidencia como os primeiros minutos de atendimento são decisivos para salvar vidas. Casos de engasgo, quedas e outros acidentes podem ocorrer em qualquer ambiente — shoppings, supermercados, lojas, escolas ou eventos — e a ausência de conhecimento técnico adequado pode agravar ainda mais a situação.

Embora seja voltada especificamente para o ambiente educacional, a Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018) passou a ser frequentemente citada em episódios como o ocorrido em Maceió. A legislação torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros para professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica, além de instituições de recreação infantil. O objetivo é garantir um atendimento imediato e seguro em casos de emergência, prevenindo complicações e, principalmente, salvando vidas.
Apesar da Nota publicada pela loja, neste caso a Havan do Farol, de que os primeiros socorros foram prontamente execudos por colaboradores, inclusive um médico que estava na loja, a criança faleceu 5 dias depois no hospital. Por isso a importância do connhecimento.
Em Alagoas, o Instituto Idesne se destaca como pioneiro na implementação dos cursos previstos na Lei Lucas, sendo uma das primeiras instituições no estado — e no Brasil — a levar a capacitação diretamente aos municípios, auxiliando as Secretarias de Educação no cumprimento da legislação e fortalecendo a cultura de prevenção. Com ampla experiência na área, o instituto já capacitou mais de 8 mil profissionais da educação, contribuindo para que escolas estejam mais preparadas para agir diante de situações de risco. Entre os municípios atendidos estão Santana do Ipanema, Barra de Santo Antônio, São Miguel dos Milagres, Ibateguara, Inhapi, Pão de Açúcar e Pariconha.
Além de atender às exigências legais, a capacitação em primeiros socorros representa investimento direto em segurança, responsabilidade institucional e proteção à vida. Especialistas defendem que o treinamento deve ir além do ambiente escolar e alcançar também empresas, estabelecimentos comerciais e espaços com grande circulação de público. O Instituto Idesne reforça que está à disposição dos municípios e instituições que desejam implantar ou atualizar a formação conforme determina a Lei Lucas.
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