Saúde

Mentes saudáveis, empresas fortes: por que o bem-estar dos funcionários é o novo motor da economia

Especialista em liderança alerta que a clareza operacional e o equilíbrio emocional das equipes são os verdadeiros pilares para a redução de custos e a eficiência nos resultados financeiros das organizações

Por Assessoria 04/02/2026 10h29
Mentes saudáveis, empresas fortes: por que o bem-estar dos funcionários é o novo motor da economia
Especialista em liderança alerta que a clareza operacional e o equilíbrio emocional das equipes são os verdadeiros pilares para a redução de custos e a eficiência nos resultados financeiros das organi - Foto: Assessoria

O tempo em que a saúde mental era tratada como um tema periférico ou um "mimo" corporativo chegou ao fim e deu lugar a uma visão estratégica onde o equilíbrio emocional é o principal ativo de competitividade. Para o especialista em desenvolvimento de lideranças Marcus Santos, a lógica é direta: como empresas são feitas de pessoas que tomam decisões o dia todo, uma mente sobrecarregada torna-se uma fábrica de prejuízos.

Segundo o consultor, quando a cabeça está desorganizada ou sob pressão emocional excessiva, a qualidade do julgamento cai drasticamente, o que se traduz, cedo ou tarde, em erros, retrabalho e na perda de talentos valiosos. "Cuidar da saúde mental não é moda, é assumir a realidade do trabalho como ele é hoje", afirma Marcus, reiterando que empresa não é máquina e depende da funcionalidade humana para operar.

​Diferente do senso comum que associa o bem-estar apenas a um clima festivo, o especialista destaca que o verdadeiro sinal de uma equipe saudável é o ordenamento interno. Isso significa que os colaboradores possuem clareza sobre suas funções e expectativas, o que elimina a necessidade de viverem na defensiva ou em constante estado de alerta. Em um ambiente psicologicamente seguro, o conflito deixa de ser um ataque pessoal para se tornar um ajuste de rota necessário. Marcus Santos alerta, porém, para a falha mais comum dos gestores: confundir cuidado real com discursos motivacionais vazios. Para ele, manter metas irreais e comunicação confusa enquanto se fala de bem-estar é uma prática que adoece qualquer profissional, pois a saúde mental no trabalho nasce de estrutura, método e, acima de tudo, uma liderança coerente e transparente.

​No fechamento das contas, o investimento em saúde mental se materializa na estabilidade operacional da empresa. O retorno financeiro aparece na constância do cotidiano, com a redução de afastamentos, menos pedidos de demissão inesperados e a eliminação do tempo gasto para resolver problemas que sequer deveriam existir se o fluxo fosse organizado. Para o empresário que deseja iniciar essa mudança, o ponto de partida deve ser um olhar introspectivo para a própria organização, definindo regras claras, critérios justos e formando líderes que saibam lidar com pessoas tanto quanto lidam com números. Como define Santos, o objetivo final não é aliviar a carga inerente ao cargo, mas sim retirar o peso desnecessário para que o trabalho possa ser executado com excelência e eficiência.


Sobre Marcus Santos:

Filósofo e psicólogo clínico com pós-graduação em Psicologia Tomista, Marcus Santos atua no desenvolvimento de lideranças sob uma perspectiva de ordem e realismo. Seu trabalho com empresas foca na reconstrução da cultura organizacional através da clareza, da verdade e da maturidade. Santos auxilia organizações a saírem do eixo da confusão operacional para o da estabilidade, defendendo que o bem-estar dos colaboradores não nasce de discursos motivacionais, mas de uma liderança coerente e de processos bem definidos que respeitam a realidade humana. Atuando diretamente no suporte a pessoas e famílias, ele leva para o ambiente corporativo a visão de que a transformação real só ocorre quando se tem a coragem de encarar a realidade de frente e tirar o peso desnecessário do cotidiano de trabalho.

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