Saúde
Segundo caso de monkeypox é confirmado em Alagoas; 106 casos suspeitos foram notificados
Paciente é do sexo masculino, de 35 anos de idade
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) confirmou, até quarta-feira (23), o segundo caso de varíola dos macacos em Alagoas. O primeiro paciente da doença no estado foi registrado em Murici, o segundo na capital alagoana, em Maceió.
O paciente é do sexo masculino, de 35 anos de idade. Ele relatou histórico de viagem para fora do Brasil. De acordo com informações do Centro de Informações e Resposta em Vigilância em Saúde de Alagoas (Cievs/AL), após o início dos sintomas ele recebeu assistência médica, não precisou ser hospitalizado, está clinicamente bem e permanece em isolamento domiciliar, sendo monitorado pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Maceió.
Ao todo, 106 pacientes foram notificados com a suspeita da doença no estado, sendo que 35 (33%) deles testaram negativo para o Monkeypox. Destes, o município de Maceió é o que possui a maior quantidade de casos, contabilizando 35 (33%), seguido de Arapiraca com 12 (11,3%) e Rio Largo com 4 (4,1%).
Também foi confirmado outro caso no estado, mas o paciente não era de Alagoas. Ele estava em visita a Maceió e já voltou para o seu local de origem, Espírito Santo, por isso é considerado um caso importado.
Ainda segundo o relatório, sobre distribuição de casos por sexo, 46 (43%) são do sexo feminino, 60 (57%) do sexo masculino.
A faixa etária com maior número de notificações entre os suspeitos é a de 20 - 29 anos, com 18 casos (26,1%), seguida de 15 - 19 anos com 10 casos (14,5%).
Os casos classificados como suspeitos permanecem sob monitoramento das vigilâncias epidemiológicas dos municípios de origem. Conforme informações atualizadas pelas Secretarias Municipais de Saúde (SMS), eles estão em isolamento domiciliar, sem evolução negativa do estado de saúde, e após cumprirem o período de isolamento preconizado, serão liberados.
A Secretaria aguarda os resultados dos exames de diagnóstico para divulgação, uma vez que são processados pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), no Rio de Janeiro
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