Roteiro cultural
Novo disco e filme de Ítallo França entram em contagem regressiva para estreia em maio
O novo álbum autoral do cantor alagoano Ítallo França chega ao mercado em maio junto com o filme curta metragem que foi gravado em Maceió e na Ilha do Ferro. O trabalho audiovisual dará vida ao disco que reúne canções guiadas por diferentes perspectivas sobre o tempo presente, os afetos e os modos de construir sentido pela palavra.
As gravações aconteceram na última semana e foram realizadas em pontos emblemáticos da capital alagoana, como o bairro do Pontal da Barra, e na Ilha do Ferro, em Pão de Açúcar, carregando a identidade e a cultura do Sertão alagoano.
A produção da parte audiovisual do projeto foi realizada pela equipe da LOCO Records, com direção de Belle de Mello e fotografia de João Rubio.
A parte técnica do processo de produção contou também com jovens do programa Filmaê, criado pela Secretaria de Estado da Comunicação de Alagoas (Secom) em parceria com o ONU-Habitat. Segundo a diretora de produção, Paula Amaral, para muitos deles, foi a primeira oportunidade de participar de um projeto audiovisual com amplitude nacional, o que dá mais relevância ao conteúdo que vai compor o trabalho do músico Ítallo França.
“Eles já fizeram produções independentes e locais, então essa é a primeira vez que eles participam de um projeto grande e nacional como este. Eles saíram de trabalhos mais voltados à publicidade para uma produção de um curta metragem, algo importante para a carreira deles”, explicou.
A previsão é que o filme fique pronto em maio para ser lançado junto com o novo álbum de Ítallo França, posicionando o artista de forma relevante no cenário dos jovens compositores que estão remodelando a música brasileira.
Com dez anos de carreira, Ítallo França já teve composições gravadas por artistas como Zé Ibarra e Julia Mestre, além de parcerias com nomes como Paulo Novaes, Bruno Berle e Dora Morelenbaum.
O novo trabalho já teve três singles lançados: “Tire uma hora pra lembrar de mim”, “dezembro” e “janeiro” que conta com a participação da sergipana Tori.
A proposta é observar as transformações do mundo do trabalho e realizar investigações de relações mediadas pela linguagem, além de promover reflexões sobre solidão e desejo e propor um olhar para a própria canção como ferramenta de imaginação e leitura do presente. Em comum entre as faixas, está o cuidado com a palavra como matéria central da criação.
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