Polícia

Homem levado por grupo com falsos uniformes da polícia é encontrado morto em Coruripe

Rogério Andrade Barros Carício, de 43 anos, havia sido abordado por homens em um veículo descaracterizado; Polícia Civil investiga o caso

Por Redação 21/07/2026 07h33 - Atualizado em 21/07/2026 11h19
Homem levado por grupo com falsos uniformes da polícia é encontrado morto em Coruripe
Rogério Andrade Barros Carício, de 43 anos, havia sido abordado por homens em um veículo descaracterizado; Polícia Civil investiga o caso - Foto: Reprodução

Atualizado às 8h46*

Rogério Andrade Barros Carício, de 43 anos, foi encontrado morto em uma estrada de terra no município de Coruripe, no litoral sul de Alagoas, após ter sido levado por homens que usavam uniformes falsos da Polícia Civil.

Horas antes, imagens registradas por testemunhas mostraram o momento em que Rogério foi abordado por pelo menos três suspeitos. Dois deles vestiam fardamentos semelhantes aos da Polícia Civil e conduziram a vítima até um veículo descaracterizado, onde um terceiro homem aguardava ao volante.

Apesar da aparência de uma ação policial, Rogério não foi encaminhado a nenhuma unidade do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) ou delegacia da região.

Posteriormente, o corpo da vítima foi localizado em uma estrada vicinal, com marcas de disparos de arma de fogo.

Segundo informações divulgadas pela TV Pajuçara, levantamentos preliminares indicam que Rogério possuía antecedentes relacionados a ocorrências criminais. Como essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil, ela não foi considerada como fato conclusivo.

A Polícia Civil de Alagoas investiga o homicídio e deverá apurar a identidade dos suspeitos, a origem dos uniformes utilizados na abordagem e a motivação do crime.

Equipes do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram os procedimentos periciais e o recolhimento do corpo.

Observação editorial: A menção ao suposto histórico criminal da vítima deve ser tratada com cautela e, preferencialmente, atribuída expressamente à autoridade policial quando houver confirmação oficial. Na ausência dessa confirmação, o ideal é não apresentá-la como fato estabelecido.