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Família de brasileira que vive sozinha em Portugal relata desaparecimento da mulher dias após perder contato com ela
Cearense Lucinete Freitas, de 55 anos, falou pela última vez com o marido, que ainda mora em Fortaleza, no dia 5 de dezembro. Desde então, a família não conseguiu mais contato com ela.
Familiares da cearense Lucinete Freitas, natural de Aracoiaba, afirmam que ela está desaparecida desde o dia 6 de dezembro em Portugal. Lucinete mora sozinha em Amadora, região metropolitana de Lisboa. A última vez que ela falou com o marido, Teodoro Júnior, que mora em Fortaleza, foi na noite do dia 5, por volta das 19h30 no Brasil, o que corresponde a 22h30 em Portugal.
Segundo Teodoro, Lucinete, de 55 anos, tinha um compromisso no sábado para visitar um apartamento que seria alugado pela família, já que o marido e o filho planejam se mudar para Portugal em 2026. No entanto, a responsável pela locação informou que Lucinete não compareceu à visita. Ela teria enviado uma mensagem informando que ia viajar para o Algarve, no sul de Portugal, com uma amiga.
“Depois disso, mandei mensagens, ela visualizou, mas não respondeu. Liguei várias vezes e não atendia. Foi aí que percebi que algo estava errado”, relatou o marido. Ele afirma que não conhece essa amiga mencionada e que a família tenta descobrir quem seria. “Esse é o grande mistério. Não sabemos quem é essa pessoa”, disse.
O patrão de Lucinete, que trabalha como babá, contou que, em outra ocasião, ela apareceu acompanhada de uma jovem e explicou que era uma amiga que conheceu no ônibus. “Ela é muito aberta, faz amizade facilmente”, comentou Teodoro.
O marido conta também que já entrou em contato com a Embaixada Brasileira e com o Ministério das Relações Exteriores para notificar sobre o desaparecimento, mas ainda aguarda respostas.
"Eles mesmos já poderiam ter descoberto isso, acredito. Já poderiam ter nos passado algo sobre isso, ter dado um indício, poderia ter averiguado se ela tirou algum bilhete para viajar para o Algarve. É tudo muito complexo", diz.
O g1 entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores e com a Polícia Municipal de Amadora, e aguarda resposta.

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